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	<title>Lisblogs &#187; Musica</title>
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		<title>Pirate Metal</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem já conhece esse post não será nenhuma novidade, mas para aqueles que ainda não ouviram, aí está mais uma novidade musical. O Heavy Metal é um estilo musical tão cheio de subgêneros e divisões que fica difícil conhecer todas elas mesmo sendo um grande fã do gênero. Por isso, sempre acabo descobrindo uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem já conhece esse post não será nenhuma novidade, mas para aqueles que ainda não ouviram, aí está mais uma novidade musical. </p>
<p>O Heavy Metal é um estilo musical tão cheio de subgêneros e divisões que fica difícil conhecer todas elas mesmo sendo um grande fã do gênero. Por isso, sempre acabo descobrindo uma banda aqui e outra ali que tocam cada coisa… Separei alguns lançamentos estranhos que saíram tanto por aqui quanto no exterior.</p>
<p>A banda ao lado, por exemplo, é o Alestorm. Junto com o Swashbuckle, esses escoceses são os maiores representantes do pirate metal. Eles se vestem como piratas, falando de navegar e beber rum em suas letras e são fãs da série de filmes Piratas do caribe. Fico pensando que demorou para alguém pensar nisso. Afinal, o Viking Metal existe há algum tempo e os piratas exercem tanto fascínio quanto os guerreiros nórdicos. O grupo lançou recentemente o disco Black sails at midnight. Coloquei um vídeo com a música “Keelhauled” no final do post.</p>
<p>Outro subgênero curioso é o nintendocore. É uma mistura de metalcore (metal com hardcore) com barulhos de videogame 16 bits, como o Super Nintendo. A banda mais famosa dentro do nintendocore é o Horse the Band, que lançou o disco de estúdio Desperate living em 2009 e agora lança um box com 6 DVDs, Earth tour 2008: desperate living. Confira o vídeo de “Bunnies” no final do post.</p>
<p>Existe também o queercore, um subgênero que trata apenas de temáticas homossexuais. Em geral, os músicos são gays e tratam simplesmente de como é ser gay em suas músicas. Bandas como Bear Party, cujo novo disco Bottom’s Up pode ser encontrado aqui, criam canções divertidas como “Gaylien” e “Fags of the future” (“bichas do futuro”, em tradução livre). Nos anos 1990, o termo queercore era usado para designar bandas de punk que falam das dificuldades de suas escolhas sexuais. Existem outras bandas de Queercore, como a Gayrilla Biscuits e a Black Fag (em homenagem à lendária banda de punk dos anos 1970, Black Flag).</p>
<p>Saindo dos subgêneros divertidos, existem também bandas que fazem um som mais brutal e, em alguns casos, ofensivo. É o caso das bandas de pornogrind, um estilo que mistura músicas extremamente pesadas, de apenas alguns segundos de duração, com temáticas sexuais. As capas os discos também costumam ser bastante agressivas. Para bandas como Dead, Lividity e Waco Jesus, é muito mais importante chocar do que compor músicas realmente boas.</p>
<p>Por fim, existe o mathcore. Bandas como a ótima Dillinger Escape Plan, que acabou de lançar o disco Option paralysis, criam composições complexas, cheias de acordes dissonantes e riffs complicados, de difícil execução. O nome faz referência a essa busca quase matemática por composições difíceis.</p>
<p>Abaixo o clip da banda Alestrom.</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/99a6DaheLqs&amp;hl=en_US&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/99a6DaheLqs&amp;hl=en_US&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Amom Amarth &#8211; Biografia</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 20:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amon Amarth é uma banda da cidade de Tumba, Suécia de death metal melódico com tema viking em suas letras. Como o próprio vocalista já disse, a banda não é Viking Metal, apenas canta músicas sobre Vikings e sobre a mitologia nórdica. Formada originalmente em 1988 com o nome &#8220;Scum&#8221;, tornou-se Amon Amarth em 1992, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amon Amarth é uma banda da cidade de Tumba, Suécia de death metal melódico com tema viking em suas letras. Como o próprio vocalista já disse, a banda não é Viking Metal, apenas canta músicas sobre Vikings e sobre a mitologia nórdica.</p>
<p>Formada originalmente em 1988 com o nome &#8220;Scum&#8221;, tornou-se Amon Amarth em 1992, nome retirado da obra &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221; de J.R.R. Tolkien, onde significa &#8220;Montanha da Perdição&#8221; (&#8220;Mount Doom&#8221;) em Sindarin, idioma também denominado &#8220;a língua dos elfos-cinzentos&#8221;, &#8220;a língua de Beleriand&#8221;, &#8220;a língua nobre&#8221;, sendo várias vezes referida nos livros como simplesmente &#8220;a língua élfica&#8221;.</p>
<p>Em 1992, a quando da adoção do novo nome, a banda era composta pelo vocalista Johan Hegg, pelos guitarristas Olavi Mikkonen e Anders Hansson, pelo baixista Ted Lundström e pelo baterista Nico Kaukinen.</p>
<p>A primeira demo da banda, &#8220;Thor Arise&#8221;, foi gravada em 1993, mas nunca chegou a ser editada devido a problemas de som. Seguiu-se uma segunda demo, em Abril de 1994, &#8220;Arrival of the Fimbul Winter&#8221;, da qual foram vendidas todas as cópias editadas.</p>
<p>Em Novembro de 1995, após assinarem um contrato com a editora Pulverised Records, a banda decidiu utilizar no decurso de cinco dias o &#8220;Abyss Studio&#8221; de Peter Tägtgren (vocalista e guitarrista da banda Hypocrisy). Assim, foi editado em Abril de 1996 o EP &#8220;Sorrow Throughout The Nine Worlds&#8221;.</p>
<p>Pouco depois o baterista Niko Kaukinen saiu da banda, sendo substituído por Martin Lopez. Com um novo baterista e, mais uma vez, a ajuda de Peter Tägtgren, o álbum de estreia do Amon Amarth, &#8220;Once Sent From The Golden Hall&#8221;, é lançado em 1998 pela editora Metal Blade.</p>
<p>Foram adicionamos à banda o guitarrista Johan Söderberg e o baterista Fredrik Andersson em 1999 para a gravação do álbum &#8220;The Avenger&#8221;, devido à saída de Hansson e Lopez. Lopez saiu para se juntar à banda Opeth.</p>
<blockquote></blockquote>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/AmonAmarth.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/AmonAmarth-300x200.jpg" alt="" title="Amon Amarth 17.06.2006" width="300" height="200" class="alignleft size-medium wp-image-160" /></a></p>
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		<title>Radio Metal: &#8220;o Maiden não sabe mais como escrever hits&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 20:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O repórter da Radio Metal, Metal’O Phil, fez uma resenha faixa a faixa do “The Final Frontier”, novo disco do Iron Maiden, onde afirmou: &#8220;o Maiden não sabe mais como escrever hits&#8221;. Confira abaixo o início de suas impressões sobre o disco. 1. Satellite 15… The Final Frontier – 8’40 A abertura do novo álbum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O repórter da Radio Metal, Metal’O Phil, fez uma resenha faixa a faixa do “The Final Frontier”, novo disco  do Iron Maiden, onde afirmou: &#8220;o Maiden não sabe mais como escrever hits&#8221;. Confira abaixo o início de suas impressões sobre o disco.</p>
<p>1. Satellite 15… The Final Frontier – 8’40<br />
A abertura do novo álbum do Iron Maiden é uma intro longa e experimental, com baterias às vezes tribais, às vezes marciais e guitarras. Após um curto silêncio, alguns sutis arpejos e a voz de Dickinson aparecem, enquanto Nicko McBrain inicia uma robótica seção rítmica com bumbo duplo e… bem, eu realmente não sei o que pensar do resultado. Após mais silêncio (mais um de muitos neste álbum), tudo se torna claro quando um riff do velho Maiden e um refrão de fáceis letras começam: “The final frontieeeer, The final frontieeeeeer…”.</p>
<p>2. El Dorado – 6’49<br />
O primeiro single, que está disponível para download gratuito no site oficial da banda, não é o maior hit do álbum nem o mais representativo. Ela começa do mesmo jeito que “Satellite 15” terminou: uma guitarra porrada, junto com Nicko Mcbrain batendo alto em seus pratos. Este tipo de efeito “espalhafatoso” é normalmente usado para concluir uma música ou um show. Então surge um tradicional ritmo galopante com um riff parecido com o estilo Heavy/Trash do Megadeth. O refrão é cativante, mas não tão memorável. Cruelmente me lembra das anedóticas faixas de abertura dos últimos dois álbuns. Estas faixas parecem mais estarem lá para encher o álbum do que serem o resultado de alguma inspiração. Outra mania do Maiden neste álbum é que a canção termina, geralmente, da mesma forma que começou.</p>
<p>Confira a resenha completa, traduzida para o português, no www.imprensarocker.wordpress.com.<br />
via:Whiplash!</p>
<p><iframe src=http://whiplash.net/news_iframe.html?corFundo=FFFFFF&#038;corTexto=000000&#038;corDestaque=900000 width=500 height=250 frameborder=0></iframe><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/iron-maiden.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/iron-maiden-300x257.jpg" alt="" title="iron-maiden" width="300" height="257" class="alignleft size-medium wp-image-156" /></a></p>
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		<title>Sarah Jane Ferridge</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 19:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sarah Jezebel Deva Sarah Jane Ferridge nasceu a 25 de fevereiro de 1977 em Forrest Gate , Londres. Começou a sua carreira aos onze anos no Queen’s theatre cantando summertime, mais tarde aos treze anos ela repete… Então Sarah pula do jazz para o punk mudando e entrando para um novo estilo, mas ao participar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Sarah  Jezebel  Deva</h1>
<p>Sarah Jane Ferridge nasceu a 25 de fevereiro de 1977 em Forrest Gate , Londres. Começou a sua carreira aos onze anos no Queen’s theatre cantando summertime, mais tarde aos treze anos ela repete…  Então Sarah pula do jazz para o punk mudando e entrando para um novo estilo, mas ao participar na banda “Mad Dog” ela rapidamente viu que aquilo não era o estilo dela.</p>
<p>Sarah decidiu gravar uma demo com o seu trabalho e suas letras, aos 16 anos ela fez uma nova mudança, desta vez para o metal.</p>
<p>Desde então sempre envolvida com o metal, ela estrela com grandes nomes, Cradle of Filth, Therion, The Gathering e mais…</p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Sarah-jezebel-Devah.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Sarah-jezebel-Devah-198x300.jpg" alt="" title="Sarah jezebel Devah" width="198" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-150" /></a>Sempre usando o seu nome de palco Sarah Jezebel Devah</p>
<p>A sua banda Angtoria ficou famosa com “God has a plan for as all”.</p>
<p>Mas este breve e pobre artigo ser de introdução para o novo album “Sign Of Sublime”</p>
<p>A musica de apresentação falará por si!</p>
<p>O álbum terá as seguintes faixas:</p>
<p>01. Genesis<br />
02. A Sign Of Sublime<br />
03. She Stands Like Stone<br />
04. The Devil’s Opera<br />
05. They Called Her Lady Tyranny<br />
06. The Road To Nowhere<br />
07. Your Woeful Chair<br />
08. Newborn Failure<br />
09. Daddy’s Not Coming Home</p>
<p>A cantora liberou faixas no myspace:</p>
<p>http://www.myspace.com/jezebeldeva</p>
<p>Sarah Jezebel Deva</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3akeMu1Wcy4&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3akeMu1Wcy4&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Luís Represas &#8211; Biografia</title>
		<link>http://www.lisblogs.com/blog/2010/07/16/luis-represas-biografia/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 15:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Represas]]></category>

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		<description><![CDATA[1993 ‐ 1998 Luís Represas foi desde cedo muito interessado pela música, prova disso é o facto de ter comprado aos 13 anos a sua primeira guitarra. É em 1976 que funda a banda Trovante, juntamente com João Gil, João Nuno Represas, Manuel Faria e Artur Costa, grupo referência da música popular portuguesa do pós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1993 ‐ 1998<br />
Luís Represas foi desde cedo muito interessado pela música, prova disso é o facto de ter comprado aos<br />
13 anos a sua primeira guitarra.<br />
É em 1976 que funda a banda Trovante, juntamente com João Gil, João Nuno Represas, Manuel Faria e<br />
Artur  Costa,  grupo  referência  da  música  popular  portuguesa  do  pós  25  de  Abril  e  no  qual  se  manteve<br />
como cantor ate ao seu desmembramento.<br />
Em 1992, os Trovante separam‐se e Luís Represas inicia a sua carreira a solo.<br />
Luís  Represas  refugia‐se  em  Havana,  de  forma  a  ganhar  distância  em  relação  ao  seu  passado  e  ao<br />
mesmo tempo viver novas experiências musicais, conquistando o seu espaço para compor músicas, com<br />
a colaboração do baixista português Nani Teixeira e dos cubanos Pablo Milanés um dos maiores nomes<br />
da música cubana (criou com Represas um dos mais reconhecidos duetos nacionais, Feiticeira) e Miguel<br />
Nuñez, pianista e responsável pelos arranjos e direcção musical das novas canções de Luis Represas.<br />
Assim  nasce  o  álbum  Represas,  que  é  totalmente  gravado  em  Português  e  Castelhano,  a  fim  de  levar<br />
mais longe e a mais gente as suas canções através destas duas edições.<br />
Depois de se apresentar ao vivo em todo o país, Represas enche por duas noites a sala mais popular de<br />
Lisboa, o Coliseu dos Recreios, concerto transmitido pela RTP.<br />
Em 1995 inicia a composição do seu segundo disco Cumplicidades, gravado em Lisboa, que conta com a<br />
colaboração do prestigiado pianista de Jazz português, Bernardo Sassetti, com carreira internacional e o<br />
grande  mestre  da  “Villeann  Pipes”  e  “Low  Whistles”:  Davy  Spillane.  Depois  de  uma  tournée  bem<br />
sucedida, aceita o desafio de se apresentar no grande Auditório do Centro Cultural de Belém, por quatro<br />
noites consecutivas, que daria origem a um CD duplo “Ao Vivo no CCB”, galardoado com dupla platina.<br />
Em 1998 Luís Represas edita o seu quarto trabalho, “A Hora do Lobo”, onde se dá o seu reencontro com<br />
Miguel Nunez, do qual resulta um álbum cheio de melodias intensas e fascinantes.<br />
“A  Hora  do  Lobo”,  canção  que  dá  título  ao  disco,  conta  com  a  participação  de  Pedro  Guerra,  músico<br />
espanhol extremamente popular no país vizinho. O resultado traduz‐se em inúmeros espectáculos por<br />
todo o país e na participação especial num espectáculo memorável na EXPO 98, no dia em que estavam<br />
presentes 100.000 visitantes.</p>
<p>1998 ‐ 2003<br />
Em  12  de  Maio  de  1999,  a  convite  do  Presidente  da  República  Dr.  Jorge  Sampaio,  Represas  reúne‐se<br />
com os Trovante para um espectáculo memorável no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Este emocionante<br />
reencontro  deu  origem  a  um  cd  duplo,  ao  vivo,  intitulado  “Uma  Noite  Só”,  que  atinge  o  galardão  de<br />
dupla platina<br />
Também em 1999, Represas aceita o convite para ser a voz, na versão portuguesa, dos temas originais<br />
de Phil Collins, para a banda sonora do filme de animação Tarzan, da Disney.<br />
Na  sequência  da  luta  pela  causa  Timorense,  Luís  Represas  é  convidado  pelo  então  Presidente  da<br />
República, Dr. Jorge Sampaio, a deslocar‐se a Timor, em visita oficial, levando na bagagem o tema que se<br />
tornou num hino à independência e paz do território, “Timor”.<br />
Regressa ao país, desta vez a convite de Xanana Gusmão, para participar nas comemorações do primeiro<br />
aniversário do referendo que decidiu pela via da independência do território.<br />
Em Abril de 2000 desloca‐se ao Brasil para dois concertos no Rio de Janeiro e São Paulo, onde divide o<br />
palco com Daniela Mercury.<br />
Em  2001  Luís  Represas  grava  o  seu  quarto  disco  em  Espanha  e  comemora  25  anos  de  carreira,<br />
celebrando‐os  com  concertos  no  Pavilhão  Atlântico  e  no  Coliseu  do  Porto,  onde  conta  com  presenças<br />
muito especiais como João Gil, Manuel Faria e Bernardo Sasseti.<br />
Em Setembro começou o seu novo projecto Reserva Especial, depois de passar por Praga e gravar com a<br />
Orquestra Sinfónica da República Checa. Este novo disco reunia 21 grandes canções intemporais, numa<br />
colectânea com arranjos de José Calvário, e participações especiais de outros músicos.<br />
Em Maio de 2002 compõe, a convite da Swatch, o tema “Quero uma Casa deste Tamanho”, editado em<br />
disco juntamente com duas gravações inéditas do concerto “25 Anos de Música” no Pavilhão Atlântico,<br />
cujas receitas reverteram a favor da instituição de solidariedade Ajuda de Berço.</p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/LuisRepresas1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-135" title="LuisRepresas1" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/LuisRepresas1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>2003 ‐ 2010<br />
Em  Outubro  de  2003  Luís  Represas  apresenta  o  seu  novo  álbum  de  originais,  um  disco  gravado  entre<br />
Portugal, República Checa e Cuba que contou com a participação de músicos que já se conheciam entre<br />
si há muitos anos, como Luis Fernando, Miguel Nunez ou Osmany Sánchez.<br />
Já em 2004, no Verão, sobe ao palco Mundo do Rock In Rio Lisboa, onde milhares de fãs assistem a uma<br />
actuação memorável.<br />
Em 2005, no dia 10 de Junho, “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades” é condecorado com a<br />
Ordem de Mérito pelo Sr. Presidente da República, o Dr. Jorge Sampaio.<br />
Em 2006 lança o álbum “A história Toda”, que resume em CD e DVD um extenso repertório de sucesso.<br />
Trata‐se da gravação do seu espectáculo comemorativo de 30 anos de carreira, que esgota rapidamente<br />
o Coliseu do Porto e mais uma vez o Palco do Grande Auditório do CCB, por duas noites consecutivas.<br />
Luís  Represas  sobe  mais  uma  vez  ao  palco  do  Pavilhão  Atlântico,  ao  lado  do  Maestro  José  Cura,  a<br />
propósito da III Gala da Associação Portuguesa Contra a Leucemia, no dia 25 de Janeiro de 2007, tendo<br />
participado nos anos anteriores em 2002 e 2007, assim como outros artistas que também dão voz pela<br />
causa, como Rui Veloso, Ala dos Namorados, Mariza, Carlos do Carmo, Jorge Palma, entre outros.<br />
Também em 2007, dá início ao projecto “Luís Represas e João Gil”. Após 13 anos do fim dos Trovante, os<br />
dois músicos sentam‐se novamente  em palco para partilhar com o público  muitas  histórias conjuntas,<br />
espectáculo que percorreu várias cidades do país, sendo considerado um enorme êxito.<br />
Olhos nos olhos, o seu nono disco a solo, lançado em 2008 é integralmente gravado em Cuba, contando<br />
com a participação especial da brasileira Simone, dos cubanos Pablo Milanés e Liuba Maria Hévia, entre<br />
outros.  Nas  palavras  de  Luis  Represas  este  álbum  foi  “um  reencontro  comigo,  com  a  maneira  mais<br />
sincera de ser eu”.<br />
O álbum é constituído por 12 temas, 11 deles originais e uma nova versão de &#8220;Colibri&#8221;. Represas assina a<br />
maioria das composições e letras, fazendo parcerias com Ana Vidal, João Monge, João Gil e Margarida<br />
Pinto Correia.</p>
<p>A Tour, nesse ano, conta com uma série de espectáculos por todo o país e, já em 2009, a apresentação<br />
do álbum dá‐se em duas noites muito especiais. O Campo Pequeno e o Coliseu do Porto são as salas de<br />
prestígio escolhidas para comemorar o sucesso da edição do disco, em espectáculos que contam com as<br />
participações especiais de Simone, João Pedro Pais e Miguel Nunez.<br />
Assim nasce o seu mais recente trabalho, “Luís Represas – Ao Vivo no Campo Pequeno” – editado em<br />
Março de 2010. Um registo de um desses espectáculos, que resulta num verdadeiro “best‐of” do artista<br />
que é já, há muito, uma referência da música nacional.</p>
<p>DISCOGRAFIA<br />
A SOLO<br />
1993 | REPRESAS | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1996 | CUMPLICIDADES | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1996 | AO VIVO NO CCB | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1998 | A HORA DO LOBO | BMG<br />
2000 | CÓDIGO VERDE | Universal<br />
2001 | RESERVA ESPECIAL | Universal<br />
2003 | FORA DE MÃO | Universal<br />
2006 | A HISTÓRIA TODA | CD + DVD | Universal<br />
2008 | OLHOS NOS OLHOS | Farol<br />
2010 | AO VIVO NO CAMPO PEQUENO | CD + DVD | Farol<br />
COM TROVANTE<br />
1977 | CHÃO NOSSO, SASSETTI<br />
1979 | EM NOME DA VIDA | Mundo Novo<br />
1981 | BAILE NO BOSQUE | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1982 | CAIS DAS COLINAS | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1984 | TROVANTE 84 | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1986 | SEPES | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1988 | TERRA FIRME | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1989 | AO VIVO NO CAMPO PEQUENO (duplo) | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1990 | UM DESTES DIAS | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1992 | SAUDADES DO FUTURO (duplo) | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1999 | UMA NOITE SÓ (duplo) | EMI – Valentim de Carvalho</p>
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		<title>Rui Veloso</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rui Manuel Gaudêncio Veloso (Lisboa, 30 de Julho de 1957) é um cantor, compositor e guitarrista português, embora nascido em Lisboa, mudou-se para o Porto com apenas três semanas. Considerado por muitos como o Pai do Rock Português, movimento musical surgido no início da década de 80, foi como intérprete de blues que começou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rui Manuel Gaudêncio Veloso (Lisboa, 30 de Julho de 1957) é um cantor, compositor  e guitarrista português, embora nascido em Lisboa, mudou-se para o Porto com apenas três semanas. Considerado por muitos como o Pai do Rock Português, movimento musical surgido no início da década de 80, foi como intérprete de blues que começou a sua carreira numa banda de garagem chamada Magara Blues.</p>
<p>Toca harmónica desde os 6 anos. Diz-se apreciador de B.B. King e Eric Clapton, entre outros nomes consagrados. Actuou por duas vezes com o primeiro no Coliseu do Porto e no de Lisboa, em concertos aplaudidos pela crítica. É reconhecido internacionalmente como o mais autêntico bluesman português.</p>
<p>A sua obra é notável e foi já reconhecida pelo Estado Português na figura do então Presidente da República de Portugal, o Dr. Mário Soares, que lhe atribuiu a Grã-Cruz da Ordem do Infante.</p>
<p>É responsável por muitas das canções que fazem parte das lembranças de cada português como Chico Fininho, Porto Sentido, Não Há Estrelas No Céu, Sei de Uma Camponesa, A Paixão (Segundo Nicolau da Viola), Porto Covo, entre tantos outros êxitos.</p>
<p>Integrou o agrupamento Rio Grande, em 1996, formado por Tim (Xutos &amp; Pontapés), João Gil (Ala dos Namorados), Jorge Palma e Vitorino, num estilo de música popular com influências alentejanas que alcançou uma considerável popularidade, gravando dois CDs: originais em 1996 e ao vivo em 1998.</p>
<p>Em 2000 é lançado a compilação O Melhor de Rui Veloso &#8211; 20 anos depois. É feito também um disco de tributo dedicado ao seu álbum de estreia: 20 anos depois &#8211; Ar de Rock.</p>
<p>Em 2003 a mesma formação dos Rio Grande, mas sem Vitorino Salomé, voltou a juntar-se no projecto Cabeças no Ar dedicado a canções nostálgicas que remontam aos tempos da escola. Dali houve lugar a sucessos aclamados pelo público e que hoje Rui Veloso não deixa de cantar nos seus concertos, como é o caso de O Primeiro Beijo.</p>
<p>Lança o álbum O Concerto Acústico ainda em 2003.<br />
Em concerto no Rock in Rio 2006</p>
<p>Regressa aos discos de originais, em 2005, com o disco A Espuma das Canções.</p>
<p>Em 2 de Junho de 2006 actuou no Rock in Rio em Lisboa, precedendo os concertos de Carlos Santana e de Roger Waters.</p>
<p>Ainda em 2006 cumpre os 25 Anos de Carreira, ocasião que brinda com três concertos, dois no Coliseu do Porto e um no Pavilhão Atlântico. Concerto em que apresentou novos e velhos êxitos de &#8220;cara lavada&#8221;. Concertos que levam o público à apoteose total.</p>
<p>Recentemente cumpriu o sonho de abrir o seu próprio estúdio: Estúdio de Vale de Lobos. Também abriu a editora Maria Records mas que durou pouco tempo.</p>
<p>Em 2008 colaborou com a banda Per7ume no tema &#8220;Intervalo&#8221; que alcançou o primeiro lugar do top nacional de &#8220;airplay&#8221;.</p>
<p>Em 2009 lançou o álbum Rui Veloso ao Vivo no Pavilhão Atlântico.</p>
<p>Discografia<br />
Álbuns de estúdio</p>
<p>* 1980 &#8211; Ar de Rock<br />
* 1982 &#8211; Fora de Moda</p>
<div id="attachment_128" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/18458.jpg"><img class="size-full wp-image-128" title="Rui Veloso" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/18458.jpg" alt="Rui Veloso 20 Anos depois" width="280" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Rui Veloso 20 Anos depois</p></div>
<p>* 1983 &#8211; Guardador de Margens<br />
* 1986 &#8211; Rui Veloso<br />
* 1990 &#8211; Mingos &amp; Os Samurais<br />
* 1991 &#8211; Auto da Pimenta<br />
* 1995 &#8211; Lado Lunar<br />
* 1998 &#8211; Avenidas<br />
* 2005 &#8211; A Espuma das Canções</p>
<p>Ao vivo</p>
<p>* 1988 &#8211; Rui Veloso Ao Vivo<br />
* 2003 &#8211; O Concerto Acústico<br />
* 2009 &#8211; Rui Veloso ao Vivo no Pavilhão Atlântico (CD+DVD)</p>
<p>Compilações</p>
<p>* 2000 &#8211; O Melhor de Rui Veloso &#8211; 20 anos depois</p>
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		<title>Legião Urbana &#8211; Biografia</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 22:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Legião Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Russo]]></category>

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		<description><![CDATA[Legião Urbana foi uma banda brasileira de rock surgida em Brasília, Brazil, ativa entre 1982 e 1996. Ao todo, lançaram treze álbuns, somando mais de vinte milhões de discos vendidos. Ainda hoje, é o terceiro maior grupo musical, da gravadora EMI-Odeon, em venda de discos por catálogo, no mundo, com média de duzentas mil cópias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/legiao-urbana222.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/legiao-urbana222-300x230.jpg" alt="" title="legiao-urbana222" width="300" height="230" class="alignleft size-medium wp-image-74" /></a>Legião Urbana foi uma banda brasileira de rock surgida em Brasília, Brazil, ativa entre 1982 e 1996. Ao todo, lançaram treze álbuns, somando mais de vinte milhões de discos vendidos. Ainda hoje, é o terceiro maior grupo musical, da gravadora EMI-Odeon, em venda de discos por catálogo, no mundo, com média de duzentas mil cópias por mês. O fim do grupo foi marcado pelo falecimento de seu líder e vocalista, Renato Russo, em 11 de outubro de 1996.</p>
<p>“Nunca seguimos uma moda. Não fazemos rock porque é moda. Pode ser que tenha passado um momento, que foi o da descoberta pela imprensa, de empatia e de grandes shows. Não me satifaz. Interfere na minha privacidade, em como me vejo como artista e cidadão. Também não fazemos televisão, mas continuamos tocando. Pode ser que não estejamos na lista dos dez primeiros, mas estamos entre os 20. Com vendas, é a mesma coisa. O rock é isso: atingir o coração das pessoas não é anúncio de iorgurte.”</p>
<p>Renato Russo em 1994.</p>
<p>História:</p>
<p>A banda foi formada em agosto de 1982, após a dissolução do Aborto Elétrico, grupo seminal da cena punk de Brasília, o qual também originou o Capital Inicial. Para compor, Renato Russo se inspirava em bandas como The Smiths, The Cure e Joy Division.</p>
<p>A primeira apresentação da Legião Urbana aconteceu em 5 de setembro de 1982 na cidade mineira de Patos de Minas, durante o festival Rock no Parque, que contou com outras oito atrações, entre elas a da Plebe Rude, que abriu o palco para a Legião.</p>
<p>Esse foi o único concerto em que a banda apareceu com a sua primeira formação: Renato Russo (vocalista e baixista), Marcelo Bonfá (baterista), Paulo Paulista (tecladista) e Eduardo Paraná (guitarrista). Após a apresentação, Paulo Paulista e Eduardo Paraná deixaram a Legião. O próximo guitarrista seria Ico Ouro-Preto (irmão de Dinho Ouro-Preto, vocalista do Capital Inicial), mas foi logo substituído por Dado Villa-Lobos, que assumiu a guitarra da Legião em março de 1983.</p>
<p>Em 23 de julho de 1983, a Legião faz no Circo Voador, Rio de Janeiro, um concerto que mudaria a história da banda. Após a apresentação, eles são convidados a gravar uma fita demo com a EMI. No ano seguinte entra o baixista Renato Rocha e começa então a gravação do primeiro disco.</p>
<p>O primeiro álbum Legião Urbana, lançado em 2 de janeiro de 1985, é extremamente politizado, com letras que fazem críticas contundentes a diversos aspectos da sociedade brasileira. Paralelo a isso, possui canções de amor que foram marcantes na história da música brasileira, como Será, Ainda é cedo e Por Enquanto, esta última que é considerada como a melhor faixa de encerramento de um disco, segundo Arthur Dapieve, crítico e amigo de Renato Russo.</p>
<p>O segundo álbum, Dois, foi lançado em 1986. O disco deveria ser duplo e se chamar Mitologia e Intuição, mas o projeto foi recusado pela gravadora, fazendo com que o disco saísse simples. Em seu começo é possível ouvir um pouco da canção “Será” envolto a ruídos de rádio e do hino da Internacional Socialista. É o segundo álbum mais vendido da banda, com mais de 1,2 milhão de cópias, e considerado por muitos o mais romântico. Tempo Perdido” fez um grande sucesso e se tornou num dos clássicos da Legião. [track artist=Legião Urbana]Eduardo e Mônica, Índios e Quase Sem Querer também fizeram sucesso.</p>
<p>Que País É Este 1978/1987 pode ser considerada a primeira coletânea feita pela banda de Brasília, embora todas as faixas tivessem sido regravadas e produzidas para este álbum e em estúdio. Este material foi programado para entrar no antigo projeto Mitologia e Intuição, que foi abortado pela gravadora. Das nove canções do disco, sete eram do antigo Aborto Elétrico. Esta é a obra mais punk da Legião Urbana e contém em seu encarte uma breve história do grupo. Foi o último trabalho oficial com a participação do então baixista Renato Rocha. Seu título provisório era Mais do Mesmo.</p>
<p>O álbum As Quatro Estações de 1989 é considerado por muitos o melhor trabalho deles, além de conter o maior número de hits: são onze canções, das quais pelo menos nove foram tocadas incessantemente nas rádios. É o álbum mais vendido da Legião, com mais de 1,7 milhão de cópias, é também considerado o disco mais religioso”. O baixista Renato Rocha tocou com o trio nos três primeiros álbuns e chegou a gravar o baixo de algumas faixas desse álbum, mas acabou por deixar o grupo devido a desentendimentos com os outros membros. As linhas de baixo originalmente gravadas por Rocha foram regravadas por Dado e Renato, que se revezaram nos baixos e guitarras.</p>
<p>Lançado em Novembro de 1991, V é o disco mais melancólico. Renato estava em um momento complicado de sua vida, com a descoberta de que era soropositivo um ano e meio antes, os problemas no relacionamento com o namorado americano, Robert Scott Hickman, e o alcoolismo. O álbum é recheado de canções atípicas para os “padrões” da banda. A atmosfera de Metal Contra As Nuvens, com seus mais de onze minutos de duração, é um dos destaques, assim como a densa A montanha mágica, a crítica social de O Teatro Dos Vampiros e a melancólica Vento No Litoral. Para boa parte dos fãs mais fervorosos, esta é a obra-prima da Legião Urbana.</p>
<p>O álbum O Descobrimento Do Brasil de 1993, época em que Renato Russo tinha iniciado o tratamento para livrar-se da dependência química e mostrava-se otimista quanto ao seu sucesso. Ainda assim, as letras oscilam entre tristeza e alegria, encontros e despedidas. É como se, para seguir em frente, fosse necessário deixar muitas coisas para trás, e não se pudesse fazer isso sem uma boa dose de nostalgia. Desta forma, Descobrimento é um álbum com fortes notas de esperança, mas permeado por tristeza e saudosismo. Ainda assim, é considerado por muitos o álbum mais “alegre” e delicado da Legião Urbana. E um dos que menos tocou nas rádios.</p>
<p>Fim da banda:</p>
<p>O último concerto da Legião Urbana aconteceu em 14 de janeiro de 1995, na casa de apresentações “Reggae Night” em Santos, litoral do estado de São Paulo. No mesmo ano, todos os discos de estúdio da banda até 1993 foram remasterizados no lendário estúdio britânico Abbey Road Studios, em Londres, famoso por vários discos dos Beatles; e lançados em uma lata, intitulada “Por Enquanto 1984-1995”. A lata também incluía um pequeno livro, com um texto escrito pelo antropólogo Hermano Vianna, irmão do músico Herbert Vianna.</p>
<p>A Tempestade ou O Livro dos Dias, lançado em 20 de setembro de 1996, foi o último da banda. Além disso, o álbum possui densas e belíssimas músicas, alternando o rock clássico de Natália e Dezesseis, ao lirismo de L’Avventura, A via láctea, Leila, 1º de julho e O Livro Dos Dias e ao classicismo de Longe Do Meu Lado. As letras, em geral, abordam temas como solidão, passado, homossexualidade, AIDS, amor, intolerância e injustiças, o que faz do disco um dos mais belos da música brasileira.</p>
<p>Algumas canções do disco sugerem uma despedida antecipada, como diz o trecho “e quando eu for embora, não, não chore por mim”, da canção Música ambiente. As fotos do encarte foram tiradas próximas à época do lançamento, exceto a de Renato, que foi aproveitada da sessão de fotos do seu álbum solo Equilíbrio Distante de 1995, já que o cantor se recusou a fotografar para o disco. Este álbum foi lançado inicialmente como um livrinho com capa de papelão e depois como álbum tradicional (caixa de plástico). A foto do guitarrista Dado é diferente entre as duas versões. Com exceção de “A Via Láctea”, as demais faixas do álbum possuem apenas a voz guia de Renato, que não quis gravar as vozes definitivas. Também não foram incluídas as frases “Urbana Legio Omnia Vincit” e “Ouça no Volume Máximo”, presentes nos discos do grupo. Em seu lugar, uma frase do escritor modernista brasileiro Oswald de Andrade: “O Brasil é uma república federativa cheia de árvores e gente dizendo adeus”.</p>
<p>O fim oficial da banda aconteceu em 22 de outubro de 1996, onze dias após a morte do mentor, líder e fundador da banda. Renato Russo faleceu 21 dias após o lançamento de A Tempestade, no dia 11 de Outubro de 1996.</p>
<p>Uma Outra Estação foi um álbum póstumo. A idéia original era de que A Tempestade fosse um álbum duplo. Como saiu simples, as sobras de estúdio foram compiladas nesse álbum de 1997. Canções como Clarisse ficaram de fora do álbum anterior por desejo do próprio Renato, que a considerava com uma temática muito pesada. A letra da canção Sagrado coração consta no encarte porém não possui registro da voz de Renato. O álbum conta com participações especiais como Renato Rocha, baixista dos primeiros discos da Legião, e Bi Ribeiro, baixista dos Paralamas do Sucesso.</p>
<p>A banda então prossegue fazendo sucesso e vendendo muitos discos, mas sem tocar mais, e se seguem muitas entrevistas e reportagens com os ex-integrantes, Dado e Bonfá. Muitos começam a ouvir as músicas da banda após a morte de Renato, aclamado por alguns até mesmo como herói, embora sem nenhum feito heroico, mas perpetuado como um portador de uma visão crítica e realista. </p>
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		<title>Slayer &#8211; Biografia</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 22:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Banda]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Slayer]]></category>
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		<description><![CDATA[“A Reserva Moral do Thrash Metal” &#8211; Alborghetti Slayer é uma banda de thrash metal formada nos Estados Unidos da América. Começou a ser formada em 1981 pelos guitarristas Kerry King e Jeff Hanneman, que juntos a Tom Araya, baixista, e ao baterista Dave Lombardo, fundaram o que seria uma das bandas pioneiras no thrash [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/slayer.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-65" title="slayer" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/slayer-300x295.jpg" alt="" width="300" height="295" /></a>“A Reserva Moral do Thrash Metal” &#8211; Alborghetti</p>
<p style="text-align: justify;">Slayer é uma banda de thrash metal formada nos Estados Unidos da América. Começou a ser formada em 1981 pelos guitarristas Kerry King e Jeff Hanneman, que juntos a Tom Araya, baixista, e ao baterista Dave Lombardo, fundaram o que seria uma das bandas pioneiras no thrash metal mundial. A origem de seu nome pode ser traduzida como “carrasco” ou “matador” e foi baseado em um filme chamado Dragon Slayer. Lançou seu primeiro álbum no ano de 1983, “Show No Mercy”. A banda é considerada umas das pioneiras do thrash metal, junto com Anthrax, Megadeth, Exodus e Metallica.</p>
<p style="text-align: justify;">O Slayer costuma abordar em suas músicas temas como: violência, satanismo, anti-religião, morte. Algumas pessoas podem, pela temática e peso, considerá-la uma banda de black metal ou até mesmo de death metal. Mas a definição mais coerente é mesmo thrash metal, pois coloca lado a lado estilos como o hardcore e o metal, fazendo um estilo tirando proveito do crossover que pode ser feito no mundo musical.</p>
<p style="text-align: justify;">História</p>
<p style="text-align: justify;">Primórdios (1981–1982)</p>
<p style="text-align: justify;">O Slayer foi formado em 1981, quando o guitarrista Kerry King se uniu a Jeff Hanneman enquanto fazia audição para uma banda. Os dois recrutaram o baixista e vocalista Tom Araya, que havia tocado com King em uma banda anterior. O baterista Dave Lombardo foi recrutado quando ele conheceu King entregando uma pizza. A banda tocou versões cover de canções do Iron Maiden e do Judas Priest, em clubes e festas no sul da Califórnia. Inicialmente, os shows baseavam-se em uma imagem satânica, que incluía pentagramas, maquiagem, espinhos e cruzes invertidas. Existe um rumor que a banda era originalmente conhecida como Dragonslayer, por causa de um filme de mesmo nome de 1981. No entanto, quando King foi perguntado sobre “Como você pôde usar o nome Dragonslayer?”, King teria respondido “Nós nunca usamos este nome, é um mito daquela época”.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda foi convidada para abrir o show da banda Bitch, no Woodstock Club, em Los Angeles, e tocaram oito músicas &#8211; sendo seis covers. Enquanto tocava “Phantom of the Opera”, do Iron Maiden, a banda foi vista por Brian Slagel, um antigo jornalista musical que havia recentemente fundado a Metal Blade Records. Impressionado com o desempenho do Slayer, Slagel reuniu-se com a banda no backstage e pediu-lhes para gravar uma canção original, “Aggressive Perfector” para a sua próxima compilação, Metal Massacre III. A banda aceitou a proposta e criou a canção, o que levou Slagel a oferecer à banda um contrato de gravação com a Metal Blade.</p>
<p style="text-align: justify;">Show No Mercy (1983–1984)</p>
<p style="text-align: justify;">Sem um orçamento para gravação, a banda foi obrigada a auto-financiar o seu álbum de estréia. Combinando a poupança de Araya (que era empregado como um terapeuta respiratório) com o dinheiro emprestado do pai de King, a banda entrou no estúdio em novembro de 1983. O álbum foi lançado rapidamente, apenas três semanas após as faixas terem sido concluídas. “Show No Mercy” foi lançado em dezembro de 1983 pela Metal Blade Records, gerando uma grande popularidade no underground para a banda. Então, o Slayer começou a sua primeira turnê nacional em 1984 para promover o álbum, viajando no automóvel Camaro de Araya rebocando um trailer U-Haul. A turnê deu mais popularidade à banda; as vendas de “Show No Mercy” atingiram mais de 20.000 nos EUA e outras 20.000 em todo o mundo. “Show No Mercy” abrange temas polêmicos, como o satanismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em agosto de 1984, Slayer lançou um EP com três canções intitulado “Haunting the Chapel”. O EP caracteriza um ambiente obscuro e mais orientado para o estilo thrash que o seu antecessor, e lançou as bases para a futura direção da banda. A faixa de abertura, “Chemical Warfare”, tornou-se um clássico ao vivo, tocado em quase todos os shows desde 1984. Após o lançamento de “Haunting the Chapel”, Slayer fez sua estréia européia ao vivo no Heavy Sounds Festival na Bélgica, abrindo para UFO. Logo após, retornou para os EUA para iniciar a turnê “Haunting the West Coast Tour”.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a turnê, King temporariamente deixou o Slayer para se juntar ao Megadeth, nova banda de Dave Mustaine. Hanneman estava preocupado com a decisão de King, e afirmou em uma entrevista: “Eu acho que nós precisaremos obter um novo guitarrista”. Apesar de Mustaine ter procurado King para que ele fosse um membro permanente, King retornou para o Slayer após cinco shows, afirmando que o Megadeth estava “tomando muito do meu tempo.” A separação provocou uma desavença entre King e Mustaine, que evoluiu para uma longa disputa entre as duas bandas. Após o retorno de King, a banda embarcou na turnê “1984 Combat Tour”, com Venom e Exodus, e lançou um álbum ao vivo intitulado “Live Undead”, em novembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Hell Awaits (1985–1986)</p>
<p style="text-align: justify;">Slayer lançou o seu primeiro vídeo caseiro ao vivo em 1985, apelidado de “Combat Tour: The Ultimate Revenge”. O vídeo contém uma apresentação de 1984 filmada no clube Studio 54, em Nova Iorque, na turnê da banda com Venom e Exodus. No início de 1985, “Show No Mercy” tinha vendido mais de 40.000 cópias, o que levou a banda a retornar ao estúdio para gravar um segundo álbum. Metal Blade financiou o orçamento da gravação, e possibilitou a banda contratar o produtor Ron Fair.</p>
<p style="text-align: justify;">Lançado em setembro de 1985, o segundo álbum de estúdio do Slayer, “Hell Awaits”, expandiu-se na obscuridade de “Haunting the Chapel”, com o inferno e Satã como temas comuns nas suas canções. O álbum foi o mais progressivo da banda até então, apresentando canções longas e com estruturas mais complexas. A introdução é a gravação do som de uma voz demoníaca repetindo “junte-se a nós”, terminando com “bem-vindo novamente” antes da faixa começar.</p>
<p style="text-align: justify;">Reign in Blood (1986–1987)</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo o sucesso de “Hell Awaits”, foi oferecido ao Slayer um contrato de gravação com Russell Simmons e Rick Rubin, da recém-fundada Def Jam Records, uma gravadora dedicada especialmente ao rap. A banda aceitou, e com um experiente produtor e grande orçamento para gravação, sofreu uma reformulação sônica que resultou em canções curtas e rápidas com produção mais limpa. Foram embora os arranjos complexos e músicas longas apresentados em “Hell Awaits”, suprimidos em favor de um som despojado, influenciado pelo hardcore nas estruturas das canções.</p>
<p style="text-align: justify;">A distribuidora da Def Jam, Columbia Records, se recusou a lançar o álbum “Reign in Blood”, devido à sua arte gráfica e temas líricos. Por exemplo, “Angel of Death” detalha os campos de concentração do Holocausto e as experiências humanas conduzidas pelo médico nazista Josef Mengele. O álbum foi distribuído pela Geffen Records em 7 de Outubro de 1986. No entanto, devido à controvérsia, “Reign in Blood” não apareceu no calendário de lançamentos da empresa. Embora o álbum praticamente não tenha tocado freqüentemente em nenhuma rádio, tornou-se o primeiro da banda a entrar no Billboard 200, estreando em 94º lugar. “Reign in Blood” também foi o primeiro álbum da banda certificado como disco de ouro nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro de 1986, o Slayer embarcou na turnê mundial “Reign in Pain”, junto com a banda Overkill (nos EUA) e Malice na Europa. A banda foi adicionada como a abertura na turnê do W.A.S.P., nos EUA, mas em apenas um mês, o baterista Lombardo deixou a banda: “Eu não estava fazendo nenhum dinheiro. Eu imaginava que se estivéssemos fazendo isso, seria profissionalmente, com um grande rótulo. Eu quero minha utilidade pública e renda paga”. Para continuar com a turnê, o Slayer recorreu a Tony Scaglione, do Whiplash. No entanto, a esposa de Dave Lombardo o convenceu a retornar, em 1987. Por insistência de Rubin, o Slayer gravou uma versão cover da canção “In-A-Gadda-Da-Vida”, do Iron Butterfly, para o filme “Less Than Zero”. Embora a banda não ficasse feliz com o produto final, Hanneman entendeu que foi “uma má representação do Slayer” e King rotulou como “um hunk de merda”. Foi uma de suas primeiras canções a tocar freqüentemente nas rádios.</p>
<p style="text-align: justify;">South of Heaven (1988–1989)</p>
<p style="text-align: justify;">O Slayer retornou ao estúdio para gravar o seu quarto álbum. Ao invés da velocidade de Reign in Blood, a banda decidiu conscientemente em abrandar os tempos, e de incorporar um canto mais melódico. Hanneman afirmava; “Sabíamos que não poderíamos ser superiores Reign in Blood, de modo que tivemos de abrandar. Sabíamos o que fizemos iria ser comparado aquele álbum, e recordo-me de que realmente nós discutimos sobre abrandar. Isso foi estranho – nós nunca tínhamos feito num álbum, antes ou depois”.</p>
<p style="text-align: justify;">South of Heaven, de 1988 recebeu um mixo de respostas de ambos os fãs e críticos, embora tenha sido na época o álbum do Slayer mais bem sucedido comercialmente, estreando em #57 no Billboard 200, e o segundo álbum a receber certificação como disco de ouro nos Estados Unidos. A resposta da imprensa ao álbum foi mista, com o All Music Guide citando o álbum como “inquietante e poderoso”, e a revista Rolling Stone chamando-o de “verdadeira diretriz ofensiva satânica”. King diz “aquele álbum foi o meu desempenho mais sem brilho”, apesar de Araya lhe chamado um “atraso bloomer”, que acabou cresceu em pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Seasons in the Abyss (1990–1993)</p>
<p style="text-align: justify;">O Slayer retornou ao estúdio com o co-produtor Andy Wallace em 1989, para gravar seu quinto álbum. Seguindo a folga criada pelo South of Heaven, a banda retornou para a “velocidade triturante de Reign in Blood”, embora mantendo um novo sentido melódico. Seasons in the Abyss, lançado em outubro de 1990, foi o primeiro álbum do Slayer a ser lançado sob a nova gravadora de Rubin, a Def American, já que ele havia encerrado a sociedade com o proprietário da Def Jam, Russell Simmons, alegando diferenças criativas. O álbum estreou em # 44 no Billboard 200, e foi certificado como disco de ouro em 1992. A faixa titulo foi o segundo vídeoclipe do Slayer, filmado em frente às Pirâmides de Gizé, no Egito.</p>
<p style="text-align: justify;">O Slayer retornou com uma apresentação ao vivo em setembro de 1990 para co-liderar a turnê européia Clash of the Titans, com Megadeth, Suicidal Tendencies, e Testament. Com a popularidade do thrash americano em seu apogeu, a turnê foi prorrogado para os Estados Unidos para início de maio em 1991, com Megadeth, Anthrax e, como banda de abertura, Alice in Chains. A banda lançou um álbum ao vivo duplo, Decade of Aggression, em 1991, para celebrar dez anos. A compilação estreou em 55º lugar no Billboard 200.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio de 1992, Dave Lombardo saiu da banda devido a conflitos com outros membros, bem como argumentos ao longo do seu desejo de trazer a sua mulher na turnê. Lombardo formou a sua própria banda, Grip Inc, com o guitarrista do Voodoocult, Waldemar Sorychta, e o Slayer recrutou o ex-baterista do Forbidden, Paul Bostaph, para preencher o seu lugar. O Slayer fez sua apresentação de estréia com Bostaph em 1992, no festival Monsters of Rock, no Castelo de Donington. A primeira gravação em estúdio com Bostaph foi um medley de três canções do Exploited, “War”, “UK ‘82”, e “Disorder”, com o rapper Ice-T, para a trilha sonora do filme Judgment Night em 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">Divine Intervention (1994–1995)</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1994, o Slayer lançou Divine Intervention, o primeiro registro da banda com o baterista Bostaph. A gravação passou a ser nesse momento a classificação mais alta de um disco da banda, estreando em 8º lugar na Billboard 200. O álbum incluiu canções sobre Reinhard Heydrich, um dos “arquitetos “do Holocausto, e Jeffrey Dahmer, famoso serial killer canibal &#8211; “213” foi o número de seu apartamento, onde ele assassinou, violentou, e torturou e dezessete vítimas. Outros temas incluem homicídio, os males da igreja, e os métodos que o governo utiliza para exercem o poder, o interesse de Tom Araya em serial killers inspirou grande parte do conteúdo lírico.</p>
<p style="text-align: justify;">Slayer encaminhou-se para uma turnê mundial em 1995, com Biohazard e Machine Head como suas bandas de abertura. Um vídeo de filmagens ao vivo, Live Intrusion, foi lançado, com uma cover do Venom, “Witching Hour” (em parceria com o Machine Head). As relações entre as bandasm desde então, teriam se deteriorado pessimamente. Após a turnê, o Slayer tocou no festival Monsters of Rock de 1995, estrelado pelo Metallica.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, no ano de 1994, Kerry King teve seu primeiro e único filho, Shyanne Kymberlee King.</p>
<p style="text-align: justify;">Undisputed Attitude (1996–1997)</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1996, Undisputed Attitude, um álbum de covers punk, foi lançado. A banda tocou covers de canções de bandas como Minor Threat, TSOL, DRI, DI, Verbal Abuse, Dr. Know e The Stooges. O álbum apresentou três faixas originais, “Gemini”, “Can’t Stand You”, “Ddamm”; as duas últimas foram escritos por Hanneman em 1984-1985 para um projeto paralelo intitulado Pap Smear. Bostaph deixou o Slayer pouco tempo depois do lançamento do álbum para trabalhar em seu próprio projeto, The Truth About Seafood. Com a partida de Bostaph, Slayer recrutou o baterista Jon Dette, do Testament, e paralelamente liderou a Ozzfest de 1996, com Ozzy Osbourne, Danzig, Biohazard, Sepultura, e Fear Factory. Dette foi despedido depois de um ano, devido a um conflito com os membros da banda; Bostaph retornou para continuar a turnê.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma ação judicial foi movida contra a banda em 1996, pelos pais de uma garota chamada Elyse Pahler, que acusou a banda de incentivar a sua filha através de suas letras sobre assassinos. Elyse foi drogada, estrangulada, apunhalada, espezinhada, e violentada como um “sacrifício para o diabo” por três fãs da banda. O caso foi chegou ao tribunal em 19 de maio de 2000, declarando que Slayer e negócios relacionados com mercados estavam distribuindo produtos nocivos para adolescentes, incentivando através de suas letras sobre atos violentos, e “nenhum vicioso dos crimes cometidos contra Elyse Marie Pahler teria ocorrido sem a intencional estratégia de marketing a morte de banda de metal Slayer.” A ação foi julgada improcedente em 2001, por várias razões, incluindo “princípios da liberdade de expressão, falta de um dever e falta de previsibilidade.” Um segundo processo foi apresentado pelos pais, uma queixa alterada por perdas e danos contra o Slayer, sua gravadora, e outras indústrias e entidades de gravação. A ação foi julgada improcedente; juiz Jeffrey E. Burke afirmou: “Eu não considero a música do Slayer obscena, indecente ou prejudicial aos menores.”</p>
<p style="text-align: justify;">Diabolus in Musica (1998–2000)</p>
<p style="text-align: justify;">Diabolus in Musica (latim: “O Diabo na Música”) foi lançado em 1998, e estreou em 31º lugar no Billboard 200, vendendo mais de 46.000 copias. O álbum recebeu críticas mistas e foi criticado por adotar características da música nu-metal, como as guitarra em baixa sintonia, estruturas de acorde tenebrosos. O jornalista Borijov Krgin, do site Blabbermouth.net, descreveu o álbum como “uma fraca tentativa de incorporar elementos atualizados para o som do grupo, o que elevou a presença dos esforços da banda e ofereceu pouco, esperava que eles poderiam abster-se de seu interminavelmente material para a sua futura produção.”, enquanto Ben Ratliff, do New York Time, escreveu que “oito das 11 músicas em Diabolus in Musica, algumas das quais foram tocadas no show, estão na mesma cinza. ” No entanto Adrien Begrand, do PopMatters, disse canções como “Bitter Peace” e “Death’s Head” colocaram para “fora tudo o que os jovens fingidores como Slipknot ter posto para fora.”</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum foi o primeiro da banda em baixa sintonia, como apresentado na faixa, “Bitter Peace”, fazendo uso do intervalo musical referido na Idade Média como Trítono ou escala ruim. Slayer se junta com o hardcore digital do grupo Atari Teenage Riot para gravar uma música para a trilha sonora do filme Spawn, intitulada “No Remorse (I Wanna Die)”. A banda mais tarde prestou homenagem ao Black Sabbath com a gravação de uma cover de “Hand of Doom” para o segundo de dois álbuns de tributo, intitulado Nativity in Black II. Uma turnê mundial seguiu para dar suporte ao novo álbum, com Slayer fazendo uma aparição em 1998 no Reino Unido, no Ozzfest, juntamente com Black Sabbath, Ozzy Osbourne, Foo Fighters, Pantera, Soulfly, Fear Factory, e Therapy?.</p>
<p style="text-align: justify;">God Hates Us All (2001–2005)</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de atrasos em matéria de remixagem e ilustrações, incluindo slip covers criado para cobrir o trabalho artístico original que foi considerado muito agressivo, God Hates Us All foi lançado em 11 de setembro de 2001, mesmo dia dos atentados terroristas ao World Trade Center. A banda recebeu a sua primeira indicação para o Grammy com a faixa “Disciple”, embora o Grammy tenha premiado Tool, por “Schism”. O atentado de 11 de setembro contra a América comprometeu a turnê européia de 2001, Tattoo the Planet, que inicialmente estava previsto apresentações de Pantera, Static X, Biohazard e Vision of Desorder. Datas foram canceladas ou adiadas devido às restrições de vôo, com a maioria das bandas decidindo por se retirar, deixando Slayer e Static X remanescentes para a parte européia da turnê. Pantera, Vision of Disorder, Biohazard e foram substituídos por Cradle of Filth e outras bandas dependendo da localização; Amorphis, In Flames, Moonspell, Children of Bodom, e Necrodeath. Na data da turnê em Birmingham, Inglaterra, somente se apresentaram Slayer, Biohazard, Cradle of Filth e Raging Speedhorn. O baterista Bostaph deixou o Slayer antes do Natal, em 2001, devido a uma lesão crônica no cotovelo que iria dificultar a sua capacidade de tocar. A turnê God Hates Us All, do Slayer estava inacabada, então King contatou o baterista original Lombardo, e perguntou se ele gostaria de terminar o resto da turnê. Lombardo aceitou a oferta, e ficou como membro permanente.</p>
<p style="text-align: justify;">Slayer excursionou tocando o Reign in Blood na sua totalidade durante toda a primavera de 2003, sob o banner da turnê Still Reigning. Quando tocou o final de sua música “Raining Blood” a banda foi banhada por uma chuva de sangue falso. A filmagem disto foi gravada no Augusta Civic Center, em Augusta, Maine, em 11 de julho de 2004, e lançado no mesmo ano como o DVD Still Reigning. A banda também lançou War at Warfield e um box, Soundtrack to the Apocalypse, com raridades, CDs e DVDs com apresentações ao vivo e várias produtos da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">De 2002 até 2004 a banda realizou mais de 250 datas da turnê, liderando grandes festivais musicais incluindo H82k2, Summer Tour, Ozzfest 2004, o Download Festival e uma turnê européia com o Slipknot. Enquanto se preparava para o Download Festival, na Inglaterra, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi levado para o hospital com uma misteriosa doença, e ficou impossibilitado de tocar. O vocalista do Metallica, James Hetfield procurou por voluntários no último minuto, para substituir Ulrich, e acabou optando tanto por Lombardo como pelo baterista do Slipknot, Joey Jordison, com Lombardo tocando as canções “Battery” e “The Four Horsemen.”</p>
<p style="text-align: justify;">Christ Illusion (2006–atualmente)</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum Christ Illusion estava inicialmente previsto para lançamento em 6 de junho de 2006, e seria o primeiro álbum com o baterista original Lombardo desde Seasons in the Abyss, de 1990. No entanto, a banda decidiu adiar o lançamento do registro por que eles não queriam estar entre os muitos, de acordo com King, “semi-idiotas, bandas perdedoras estúpidas fudidas” lançou a gravação em 6 de junho, embora o jornal USA Today tenha relatado que a idéia foi frustrada porque a banda não conseguiu garantir tempo suficiente no estúdio de gravação. Em vez disso, o Slayer lançou Eternal Pyre, em 6 de junho, como um EP em edição limitada. Eternal Pyre apresentava a canção “Cult”, uma apresentação ao vivo de “War Ensemble”, na Alemanha, imagens de um vídeo da banda gravando “Cult”, e um vídeo de cinco minutos uma fã do Slayer talhando o nome da banda em seu antebraço. Cinco mil exemplares foram distribuídos e vendidos exclusivamente através da cadeia de lojas Hot Topic, e vendido em poucas horas do lançamento. Em 30 de junho, a gravadora Nuclear Blast lançou um vinil de 7 com uma figura ilustrada como versão limitada a um milhar de exemplares.</p>
<p style="text-align: justify;">Christ Illusion foi lançado em 8 de agosto de 2006, e estreou em 5º lugar no Billboard 200, vendendo mais de 62.000 cópias em sua primeira semana. O álbum foi a posição mais alta do Slayer, melhorando a sua melhor posição anterior com o álbum Divine Intervention, que tinha estreado em 8°. No entanto, apesar do seu elevado posicionamento, o álbum caiu para # 44 na semana seguinte. Três semanas após o lançamento do álbum o Slayer entrou para o Hall da Fama da revista Kerrang! pela sua influência para a cena heavy metal.</p>
<p style="text-align: justify;">A turnê mundial chamada The Unholy Alliance, foi realizada para promover o novo álbum. A turnê de lançamento foi inicialmente marcada para 6 de junho, mas foi adiada para 10 de junho pois Araya tinha de ser submetido a uma cirurgia na vesícula biliar. Bandas como In Flames, Mastodon, Children of Bodom, Lamb of God e Thine Eyes Bleed (com o irmão de Araya, Johnny) acompanharam o Slayer. A turnê fez o seu caminho através da Europa e América, e as bandas que participaram, além de Thine Eyes Bleed, reunido para se apresentar no Loud Park Festival, no Japão, em 15 de outubro de 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">O vídeo para o primeiro single do álbum, “Eyes of Insane”, foi lançado em 30 de outubro de 2006. A faixa foi apresentada na trilha sonora do filme Saw III (em português Jogos Mortais 3), e ganhou um prêmio Grammy pela “Melhor Desempenho de Metal” no 49º Grammy Awards, apesar da banda não poder comparecer devido às obrigações da turnê. Uma semana depois, a banda visitou o 52º Esquadrão de Serviços localizado na Base da Força Aérea dos EUA em Spangdahlem, na Alemanha para cumprir e desempenhar um show. Esta foi à primeira visita da banda em uma base militar. A banda fez sua primeira aparição em uma rede de televisão no programa Jimmy Kimmel Live!, em 19 de janeiro, tocando a canção “Eyes of Insane”, e mais quatro canções para fãs após o show (apesar da filmagem de “Jihad” tenha sido cortada devido a seus temas líricos controversos). O Slayer excursionou na Austrália e na Nova Zelândia, com o Mastodon, em abril, e apareceu no Download Festival, Rock Am Ring, e uma turnê de verão com Marilyn Manson e Bleeding Through.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda lançou uma edição especial de Christ Illusion que apresentava uma nova arte na capa e uma faixa bônus, “Final Six”, que lhe rendeu um prêmio Grammy pelo “Melhor Desempenho de Metal”. Esta é a segunda premiação consecutiva da banda nesta categoria. Em uma entrevista com a revista Worcester, Araya esta incerto sobre o futuro da banda, e que ele não consegue se ver continuando a carreira com mais idade. Araya também declarou que, quando a banda finalizar sua próxima gravação, que será a última em seu contrato, a banda teria de “sentar e discutir o futuro”. Em uma entrevista com Yebo TV, Hanneman afirmou que já começou escrevendo três canções para o próximo álbum. O autor Joel McIver está adicionando os retoques finais a uma biografia sobre o Slayer de 400 páginas intitulada The Bloody Reign of Slayer, que estará disponível em junho de 2008.</p>
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		<title>Pantera &#8211; Biografia</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 22:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Formada em 1981, a banda atingiu muito sucesso, até mesmo na segunda metade da década de 90 quando a popularidade do heavy metal começava a cair. Eles faziam metal moderno (ou o chamado “power-groove”, termo cunhado pela própria banda pois boa parte de suas músicas possuíam riffs “grudentos”). Isso fica especialmente evidente no álbum Vulgar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Pantera.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Pantera-300x284.jpg" alt="" title="Pantera" width="300" height="284" class="alignleft size-medium wp-image-62" /></a>Formada em 1981, a banda atingiu muito sucesso, até mesmo na segunda metade da década de 90 quando a popularidade do heavy metal começava a cair. Eles faziam metal moderno (ou o chamado “power-groove”, termo cunhado pela própria banda pois boa parte de suas músicas possuíam riffs “grudentos”). Isso fica especialmente evidente no álbum Vulgar Display of Power.</p>
<p>O Pantera lançou três discos (Metal Magic, de 1983, Projects In The Jungle, de 1984 e I Am The Night, de 1985) antes de demitir o então vocalista Terry Glaze para a entrada de Phil Anselmo no quarto disco, Power Metal, de 1988. Na época, Glaze teria sido informado sobre assinar com uma gravadora pertencente a Gene Simmons do KISS, mas Terry rejeitou o contrato e foi mandado embora. Os membros restantes encontraram Phil Anselmo em Nova Orleans e produziram Power Metal, uma gravação onde Phil regravou algumas canções cantadas originalmente por Glaze, além de algumas originais.</p>
<p>O primeiro álbum de sucesso comercial foi Cowboys From Hell, de 1990. Neste ponto, a música do Pantera ainda era fortemente influenciada por heavy metal clássico, com vocais ao estilo de Rob Halford do Judas Priest e riffs e solos mais complexos do guitarrista Dimebag Darrell, embora o álbum também tenha começado a demonstrar um estilo muito mais extremo do que os trabalhos anteriores.</p>
<p>O álbum de maior sucesso foi Vulgar Display of Power, de 1992, onde os vocais em falsete foram substituídos por vocais gritados mais influenciados pelo Thrash-Metal e um som de guitarra muito mais pesado. A extensão do crescimento de popularidade deste álbum pode ser vista no sucesso instantâneo do álbum seguinte, Far Beyond Driven, de 1994, que estreou no topo das paradas americana e australiana de discos, sendo o primeiro disco de metal a conseguir tal feito, apesar da crise de metal na América na época. Neste disco, o som tomou um rumo mais extremo. O próximo álbum, The Great Southern Trendkill, foi lançado em 1996. O álbum fez um sucesso moderado, especialmente considerando a época em que foi lançado. O último disco do Pantera, de 2000, foi Reinventing The Steel, incluindo os singles “Goddamn Electric” e “Revolution is My Name”.</p>
<p>A banda se dissolveu depois que Anselmo deixou a banda para buscar outros trabalhos com bandas como Down, embora os irmãos Abbott não tivessem terminado oficialmente a banda até iniciar os trabalhos em seu novo projeto, New Found Power. Como nas circunstâncias em que Rob Halford saiu do Judas Priest, os membros restantes ficaram no aguardo que ele retornasse, mas isso nunca aconteceu. Ao invés, Anselmo decidiu continuar com uma de suas (muitas) bandas paralelas, o Superjoint Ritual. Após o lançamento do segundo disco desta banda (A Lethal Dose of American Hatred, de 2003), o baterista Vinnie Paul (Abbott) e Dimebag Darrell (Abbott) formaram o New Found Power, que logo após foi rebatizado como Damageplan (New Found Power acabou sendo o nome do único álbum da banda).</p>
<p>O fim da banda não foi amigável e, subseqüentemente, a imprensa provocou uma guerra entre Superjoint Ritual e Damageplan. Entre as acusações plantadas, dizia-se que Anselmo e os irmãos Abbott tinham dificuldades em concordar sobre que direção eles queriam que a sonoridade do Pantera tomasse. Vinnie Paul e Dimebag chegaram a comentar que Anselmo os forçava a fazer as músicas que ele queria, não podendo assim experimentar e arriscar com suas gravações. Além disso, o vício de Anselmo em drogas (ele já chegou a ter uma overdose de heroína) era conhecido por causar turbulências entre a banda. Por fim, como resultado de outros problemas internos à banda, a relação entre Anselmo e os irmãos Abbott se deteriorava rapidamente de uma forma geral. No meio do fogo cruzado estava o baixista Rex Brown, que por fim ficou do lado de Anselmo, tocando com ele no segundo disco do Down, A Bustle In Your Hedgerow, de 2002.</p>
<p>Em 2004, um fanático do Pantera chamado Nathan Gale matou Dimebag Darrell a tiros na casa de espetáculos Alrosa Villa, em Columbus, Ohio, quando o Damageplan entrou no palco. Um membro da platéia, uma empregada do local e um segurança da banda também foram assassinados antes que Gale fosse morto a tiros pelo policial James Niggemeyer.</p>
<p>Após a morte de Dimebag, uma reunião do Pantera tornou-se obviamente impossível, mas comentários públicos de Phil Anselmo após o tiroteio sugeriram que ele teria cogitado se reunir com a banda.</p>
<p>Membros</p>
<p>* Phil Anselmo &#8211; vocal<br />
* Dimebag Darrell &#8211; guitarra<br />
* Rex Brown &#8211; baixo<br />
* Vinnie Paul (Abbott) &#8211; bateria</p>
<p>Discografia<br />
Data de lançamento Título Gravadora<br />
1983 Metal Magic Metal Magic Records<br />
1984 Projects in the Jungle Metal Magic Records<br />
1985 I Am the Night Metal Magic Records<br />
1988 Power Metal Metal Magic Records<br />
1990 Cowboys from Hell Atlantic Records<br />
1992 Vulgar Display of Power Eastwest Records<br />
1994 Far Beyond Driven Eastwest Records<br />
1996 The Great Southern Trendkill Eastwest Records<br />
1997 Official Live: 101 Proof Eastwest Records<br />
2000 Reinventing the Steel Eastwest Records<br />
2003 The Best of Pantera: Far Beyond the Great Southern Cowboys’ Vulgar Hits!</p>
<p>SINGLES</p>
<p>Ano Single Álbum<br />
1990 Cowboys from Hell (Single) Cowboys from Hell<br />
1990 Cemetery Gates Cowboys from Hell<br />
1990 Psycho Holiday Cowboys from Hell<br />
1992 Mouth for War Vulgar Display of Power<br />
1992 This Love Vulgar Display of Power<br />
1992 Hollow Vulgar Display of Power<br />
1993 Walk Vulgar Display of Power<br />
1994 Planet Caravan Far Beyond Driven<br />
1994 5 Minutes Alone Far Beyond Driven<br />
1994 I’m Broken Far Beyond Driven<br />
1996 Suicide Note Pt. I The Great Southern Trendkill<br />
1996 Floods The Great Southern Trendkill<br />
1997 Where You Come From Official Live: 101 Proof<br />
1999 Cat Scratch Fever Trilha sonora de Detroit Rock City<br />
2000 Revolution Is My Name Reinventing the Steel<br />
2000 Goddamn Electric Reinventing the Steel<br />
2000 I’ll Cast a Shadow Reinventing the Steel</p>
<p>Reinventing Hell: The Best of Pantera (international title)<br />
Eastwest Records</p>
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		<title>Red Hot Chili Peppers &#8211; Biografia</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 21:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Red Hot Chilli Peppers]]></category>

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		<description><![CDATA[O Red Hot Chili Peppers é uma banda norte americana de funk rock vencedora de vários Grammys, com quatro membros, formada em Los Angeles, Califórnia em 1983. Apesar de terem acontecido várias mudanças de membros e problemas pessoais, a banda conseguiu com sucesso juntar elementos de gêneros como funk, punk rock e rock psicodélico. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/red-hot-chili-peppers.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-34" title="red-hot-chili-peppers" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/red-hot-chili-peppers-300x266.jpg" alt="" width="300" height="266" /></a>O Red Hot Chili Peppers é uma banda norte americana de funk rock vencedora de vários Grammys, com quatro membros, formada em Los Angeles, Califórnia em 1983.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de terem acontecido várias mudanças de membros e problemas pessoais, a banda conseguiu com sucesso juntar elementos de gêneros como funk, punk rock e rock psicodélico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seus álbuns venderam mais de 50 milhões de cópias em todo o mundo. Detêm também o recorde de mais hits #1 de modern rock (10), e mais semanas no topo dessa lista (76).</p>
<p style="text-align: justify;">Poucos foram os grupos de rock dos anos 80 que conseguiram derrubar tantas barreiras musicais e que foram originais ao fazê-lo como o Red Hot Chili Peppers. Com um estilo completamente inebriante, conseguido através da combinação do funk com o punk-rock (à mistura com uma presença em palco, no mínimo, explosiva), o RHCP acabou influenciando diversas bandas.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda começou com amigos de uma escola secundária: Anthony Kiedis, Michael Balzary (Flea) e Hillel Slovak. Na época (final dos anos 1970 e início dos anos 1980), Balzary e Slovak mostravam grande apetência para a música (trompete e guitarra respectivamente), enquanto que Kiedis se concentrava mais na sua poesia e na representação em peças de teatro da escola. Slovak ia ensinando Balzary a dar os primeiros toques no baixo, ao mesmo tempo que os dois tentavam convencer Kiedis a adaptar os seus poemas às músicas que eles iam fazendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Influenciado pela cena punk e pelo funk, o trio começou a ensaiar juntamente com um amigo em comum, o baterista Jack Irons, formando assim os Tony Flow and the Miraculously Majestic Masters of Mayhem, um grupo que tocava em bares de strip-tease durante a década de 80. Em uma dessas apresentações surgiram as famigeradas “meias”. É que, assim como quem não quer nada, “tropeçaram” em algo que faria de suas apresentações ao vivo algo inesquecível. Foram para o palco completamente nus, usando apenas uma meia como se fosse um preservativo, já que iam tocar no Kit Kat Klub, um bar de strip-tease cheio de beldades desnudadas e eles não quiseram ficar para atrás. Foi um sucesso instantâneo, que acabou virando marca registrada da banda. Por volta de 1983, o grupo mudou o nome para Red Hot Chili Peppers e tudo parecia estar bem, até porque a gravadora EMI decidiu assinar contrato com os quatro amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">A desilusão chegou quando Slovak e Irons anunciaram que iam deixar a banda para continuar um projeto musical ao qual já pertenciam nos últimos seis anos, o grupo What Is This. Kiedis e Balzary trataram de arranjar substitutos à altura e Jack Sherman guitarra e Cliff Martinez bateria entraram para a banda. Em 1984, os quatro lançaram um álbum homônimo, mas a ausência dos dois membros originais revelou-se crucial, quando o álbum não teve a receptividade desejada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando, em 1985, os What Is This terminaram, Slovak e Irons regressaram aos Red Hot Chili Peppers e, juntos, lançaram o segundo álbum, Freaky Styley. Apesar de ter sido um progresso em relação ao disco anterior, notava-se ainda faltava alguma coisa nas apresentações ao vivo, talvez faltasse um pouco mais de paixão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o problema foi, finalmente, resolvido com o álbum seguinte The Uplift Mofo Party Plan. O disco foi o primeiro a deixar a sua marca no topo das paradas. Um ano depois, o RHCP lançou um EP, Abbey Road com cinco faixas para os fãs.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento em que o mundo começava a prestar atenção no grupo, acontece uma tragédia: Slovak morreu com uma overdose de heroína, dia 25 de Junho de 1988, deixando os amigos em estado de choque. Nos meses que se seguiram à morte de Slovak, Irons decidiu abandonar definitivamente o grupo. Mas Kiedis (que também lutava contra a sua dependência das drogas) e Flea mantiveram-se firmes.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de uma tentativa frustrada com o guitarrista Blackbird McKight e o baterista D.H. Peligro, o RHCP parecia finalmente encontrar os substitutos ideais: John Frusciante e Chad Smith. A nova formação se deu bem logo de cara, nessa época a MTV começou a passar várias e várias vezes o videoclipe de “Higher Ground” (um cover de Stevie Wonder) e de “Knock Me Down” (uma canção sobre a queda de Slovak), ambas as músicas pertencentes ao novo álbum, Mother’s Milk, lançado em 1989.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo soube então que o seu próximo álbum seria decisivo, o mais importante da sua carreira, por isso mudaram-se para uma mansão transformada em estúdio para trabalhar naquele que seria o seu maior sucesso de sempre: Blood Sugar Sex Magik. O álbum foi um êxito estrondoso assim que foi lançado em Setembro de 1991 e contou com singles tão conhecidos como “Give It Away” e “Under The Bridge”.<br />
Mas, novamente nuvens negras ameaçavam o horizonte límpido do Red Hot Chili Peppers assim que Frusciante começou a revelar problemas com drogas, abandonando o grupo em 1992. Com isso , o grupo procurou um substituto , o sortudo foi Arik Marshall. Mas, quando a banda voltou para os estúdios para gravar o novo álbum, perceberam que Arik não era a escolha ideal para integrar a formação , passaram então para o próximo nome da lista, Jesse Tobias. Só que Jesse deve que dar área rapidinho , tudo porque o ex-guitarrista dos Jane’s Addiction, Dave Navarro, estava interessado em entrar para o grupo e o RHCP decidiu optar por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ficar parado durante quatro anos, o RHCP finalmente lança seu novo álbum , One Hot Minute ,em 1995. E, mesmo apesar de ter sido um sucesso em termos de vendas, o álbum não teve a força do anterior. Navarro e Flea, em 1995, participaram do álbum Jagged Little Pill de Alanis Morissette. Dave Navarro acabou por abandonar o grupo em 1998.<br />
Após ter deixado os RHCP, Frusciante lançou alguns álbuns (obscuros) solo, mas corriam boatos que o músico não tinha onde morar, sem um tostão e cada vez mais agarrado às drogas. John Frusciante também pintava quadros, os quais tentava vender em museus para sustentar seu vício. Foi assim q seu amigo Flea o achou e mesmo com tudo a puxá-lo para baixo, John deu entrada numa clínica de desintoxicação para se livrar dos seus demônios. Algum tempo depois, Frusciante ressurgiu , com uma nova energia e logo aceitou o convite para voltar a integrar o RHCP.</p>
<p style="text-align: justify;">É lançado então o novo álbum , Californication (1999), que provou ser um enorme sucesso, voltando a confirmar os Red Hot Chili Peppers como uma das melhores bandas de rock alternativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse mesmo ano, o RHCP foram tocar no Festival de Woodstock (30 anos depois do original) , onde tocaram Fire , cover de Jimi Hendrix. Em Novembro de 2001, o grupo voltou aos estúdios onde preparou o lançamento de By The Way. O álbum é uma coleção de músicas (bem) mais suaves que as anteriores, muito ao estilo de Under The Bridge, e com muito experimentalismo, como a bateria eletrônica na música “The Zephyr Song” e a meio rock, meio disco “Throw Away Your Television”. Apesar de alguns críticos acharem que o grupo não é o mais o mesmo , aqueles que pararem para ouvir todo o álbum, conseguirão ver uma equilibrada maturidade e canções de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006, o grupo volta à cena lançando Stadium Arcadium, álbum duplo com 28 músicas, misturando o estilo melódico e experimental de By The Way com o rock-punk-funk das antigas. A banda emplacou o hit “Dani California”, cujo interessante videoclipe homenageia as várias épocas do Rock, desde Elvis presley até Nirvana, passando por Beatles, Sex Pistols, Misfits e bandas de glam rock e funk. Este álbum também teve como singles “Tell Me Baby”, “Snow (Hey Oh)”, “Desecration Smile” e “Hump De Bump”.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo volta agora a fazer shows em Janeiro de 2010, e lançarão outro albúm no fim do ano, porém sem o antigo guitarrista, John Frusciante, que anunciou sua saída dia 17/12 de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Para novo guitarrista o mais cotado é Josh Klinghoffer, que já trabalha com a banda a alguns anos e participou de muitos shows na turnê do Stadium Arcadium, além de já ter tocado com o John Frusciante em várias oportunidades e projetos paralelos do músico, com o Gnarls Barkley e The Bicycle Thief,</p>
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