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	<title>Lisblogs &#187; Curiosidades</title>
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		<title>Dez prostitutas que mudaram o destino da História</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em outubro de 1917, em seu último gesto sedutor, Mata Hari jogou um beijinho para a tropa de fuzilamento. A prostituta &#8211; e secretamente espiã alemã &#8211; havia rodado o ambiente militar da Tríplice Entente e comprometido segredos de guerra importantíssimos, como a nova arma inglesa: o tanque de guerra. Ela foi executada respondendo pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em outubro de 1917, em seu último gesto sedutor, Mata Hari jogou um beijinho para a tropa de fuzilamento. A prostituta &#8211; e secretamente espiã alemã &#8211; havia rodado o ambiente militar da Tríplice Entente e comprometido segredos de guerra importantíssimos, como a nova arma inglesa: o tanque de guerra. Ela foi executada respondendo pela morte de mais de 50 mil pessoas.<br />
<a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Mata-Hari.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-171" title="Mata Hari" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Mata-Hari-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Mike Jones: herói dos homossexuais<br />
Este foi o justiceiro da causa gay no Colorado, EUA. Mike era amante de muitos homens importantes, entre eles um que ele chamava carinhosamente de Art – e todo o resto do mundo conhecia como reverendo Ted Haggard, líder do movimento cristão evangélico. Art era também uma das cabeças no protesto anticasamento gay, que seria votado no Colorado em novembro de 2006.<br />
Escandalizado com a hipocrisia de seu amante, Mike foi a um programa de rádio e contou cada detalhe sórdido da relação dos dois. A notícia não foi o bastante para fazer com que o referendo fosse um sucesso para a causa gay, mas, ao menos, a comunidade GLSBT teve o gostinho de ver o reverendo sendo expulso da igreja e virando um vendedor de apólices de seguros.</p>
<p>Valerie Jean Solanas: quase-assassina de Warhol<br />
Durante a década de 60, a “Factory” de Andy Warhol &#8211; estúdio do artista que se transformou em refúgio para excêntricos e aqueles que só queriam curtir uma viagem de anfetamina – estava a toda produção e de portas abertas a quem interessasse. Até que uma dessas excêntricas, a ex-estudante de psicologia e prostituta Valerie, apareceu em sua porta com uma peça chamada “Dentro da sua bunda” (uma delicadeza de menina, não?). Warhol achou que a peça era chocante demais até para ele. Deu apenas um papel para ela em outra de suas produções e a pagou US$ 25 pelo serviço.<br />
Depois disso, Valerie chegou ao pico de sua loucura. Em junho, deu um tiro em Warhol que quase lhe tirou a vida. Ela se entregou no mesmo dia, passou três anos presa e muitos indo e voltando de manicômios. Em liberdade, infernizou Warhol por telefone até o fim de seus dias, quando foi encontrada em decomposição em seu quarto alugado. Quanto à Factory, infelizmente nunca mais foi tão aberta às massas absurdas que inspiravam a pop art de Wahrol. Com seu corpo para sempre danificado pelo tiro, Warhol achou melhor dedicar sua atenção a alguns amigos ricos e celebridades – que provavelmente não atirariam nele.<br />
Em 2003, um blog incomum foi eleito o melhor da blogosfera pelo jornal inglês The Guardian. No “Diário de uma garota de programa londrina”, Belle de Jour, uma prostitua de luxo, escrevia sobre como seus clientes a tratavam melhor do que os homens que a levavam para sair de verdade. Escreveu livros, tornou-se colunista do Sunday Telegraph.<br />
Sua identidade permaneceu em segredo até novembro de 2009, quando um ex namorado furioso ameaçava expô-la. Antes que ele fizesse isso, ela veio ao público por conta própria e chocou a todos. Era a Dr. Brooke Magnanti, uma loira belíssima que passava seus dias pesquisando o câncer infantil. Explicou a todos que se prostituíra para conquistar a estabilidade financeira que lhe permitisse escolher a área científica de que mais lhe agradasse.</p>
<p>Geórgia Beyer: primeira prefeita transexual do mundo<br />
George nasceu em 1957 e cresceu como um garoto do campo na Nova Zelândia. Quando completou 17 anos, descobriu o mundo das drag queens e passou a fazer shows e a se prostituir. Assim, George economizou dinheiro para se tornar Georgina. Essa nova mulher se dedicou à vida de atriz e, logo de assistente social. Mesmo causando impacto a princípio, logo ela encantou a todos e teve grandes conquistas, como melhorar o sistema educacional local. Em 1995 foi eleita a primeira prefeita transexual do mundo. Em quatro anos, ela chegou ao Parlamento, onde lutou pelos direitos dos gays até 2007, quando se aposentou.</p>
<p>Carol Leigh: a sindicalista<br />
Se você tem direito a plano de saúde, férias remuneradas e acha que todos os seus direitos trabalhistas são muito justos, por que as prostitutas não poderiam pensar o mesmo? A ativista Carol Leigh conquistou direitos para as prostitutas em São Francisco, na Califórnia. Desde os anos 70, sob o codinome Scarlot Harlot, ela trabalha como advogada, prostituta e vídeo artista. Hoje, é consultora internacional em direitos das profissionais do sexo para África do Sul, Tailândia, Hungria, entre outros países. Para ela, o mundo ideal é aquele em que, além de ter uma profissão legalizada, as prostitutas têm aulas grátis de defesa pessoal, preservativos e educação sexual, oportunidades de estudo e até o direito de – como aconteceu na França &#8211; escrever ao presidente reclamando que as estrangeiras estão roubando seus empregos.<br />
Ela foi amante (o que, para a sociedade da época, não era muito distante de prostituta) do Rei Henrique VIII e depois se tornou rainha da Inglaterra. E, antes de ter sua cabeça cortada por seu amado, ajudou na criação de uma nova religião: o anglicanismo. O fato de a igreja Católica não concordar em dar a separação e a ratificar o novo casamento, ajudou Henrique VIII a tomar a decisão de criar a nova religião.</p>
<p>Jim Carroll: poeta, prostituto e astro do rock<br />
Se tem alguém que deve agradecer a este prostituto ilustre é Leonardo DiCaprio. Foi interpretando sua autobiografia em Diário de um drogado – do livro Diário de basketball – que o ator ganhou fama e começou uma carreira séria. Assim como no filme, Carroll se prostituía para sustentar seu vício. Apesar disso era um escritor genial, músico brilhante e até roteirista de alguns dos filmes de Andy Warhol. Em toda a década de 80 e 90, seu livro foi leitura obrigatória para os jovens.</p>
<p>As vítimas de Jack, o estripador<br />
As vítimas de Jack, o Estripador são quase mártires da categoria. O serial killer fez uma fama negra por estrangular prostitutas e, depois, desfigurar seu rostos, genitálias e retirar seus órgãos. Seus crimes, entre 1888 e 1891, criaram pânico geral e também fizeram com que o governo local passasse a prestar mais atenção nas prostitutas da região, oferecendo a elas melhores oportunidades.<br />
Se Jack, o Estripador, era um homem que matava prostitutas, Aileen era seu exato oposto: uma prostituta que matava homens. Sua mãe a abandonou quando ela era ainda criança e, em sua adolescência, o pai foi preso por prática de pedofilia. Para se sustentar, ela se tornou prostituta e passou a matar caminhoneiros na beira da estrada. Sete assassinatos depois, Aileen foi presa e passou mais de uma década no corredor da morte. Até que, um dia, demitiu todos seus advogados e disse que queria morrer. “Eu sou uma pessoa que odeia profundamente a vida e mataria de novo”, ela disse.</p>
<p>Fonte:Revista Galileu</p>
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		<title>UÍSQUE OU, COMO DIZIAM OS SÁBIOS ESCOCESES, ÁGUA DA VIDA</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tdomf_42c42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[UÍSQUE OU, COMO DIZIAM OS SÁBIOS ESCOCESES, ÁGUA DA VIDA Por: Arnaldo Agria Huss — Puro ou com gelo? Qual a maneira correta de degustar um bom uísque? Poderíamos misturar um pouco de água? Ou, quem sabe, um refrigerante? Muitos acrescentam um guaranazinho para atenuar aquele gosto forte. Isto seria uma tremenda gafe? A insegurança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>UÍSQUE OU, COMO DIZIAM OS SÁBIOS ESCOCESES, ÁGUA DA VIDA</p>
<p><strong>Por: <a href="http://www.artigonal.com/authors/303271" title="Arnaldo Agria Huss's Articles">Arnaldo Agria Huss</a></strong>
<p>— Puro ou com gelo? Qual a maneira correta de degustar um bom uísque? Poderíamos misturar um pouco de água? Ou, quem sabe, um refrigerante? Muitos acrescentam um guaranazinho para atenuar aquele gosto forte. Isto seria uma tremenda gafe? A insegurança toma conta tanto de quem oferece como de quem está prestes a aceitar (ou recusar) uma dose de uísque.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pensando bem, se aqueles incansáveis escoceses trabalharam arduamente durante séculos para conseguir uma bebida tão fina e, depois, a armazenaram durante décadas, apurando seu nobre paladar, sob a aprovação da realeza da Inglaterra, como então pode vir um bebedor qualquer, sem mais nem menos, estragá-la com um doce guaraná? Será que pode?</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E, afinal de contas, o que você está bebendo é um <strong>scotch malt whisky</strong>, um <strong>blended whisky, </strong>um<strong> grain whisky</strong> ou um uísque nacional transplantado para uma garrafa com rótulo escocês? Ou — pior ainda — aquela completa falsificação que só vamos descobrir no dia seguinte? Sabe-se de alguns casos de falsificadores que chegaram a usar até iodo medicinal para alcançar aquela cor dourada e única do uísque.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aqui no Brasil, na década de 1960, o uísque blended começou a varrer todas as bebidas mais consumidas na época, assim como o rock expulsou todos os boleros e sambas-canções. E hoje, sem dúvida, é o destilado mais preferido pela maioria dos bons bebedores. A única bebida que resistiu a isso foi a cachaça, que se manteve em primeiro lugar. Mesmo assim, algumas marcas mais baratas de uísque nacional já ocupam as prateleiras onde antes havia a soberana cachaça.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As origens do uísque se perdem no tempo e são envolvidas por muitas lendas. Uma delas diz que foi inventado na Irlanda, o que, obviamente, é contestado pelos escoceses. Outra, afirma que Júlio César o provou no ano 55 a.C., ao comemorar sua vitória sobre os celtas, ascendentes dos atuais habitantes das ilhas britânicas. Outra lenda diz que o criador do uísque foi São Patrício, que teria transmitido os segredos do <em>scotch</em> ao seu povo. Fala-se também que os destilados de cevada já eram produzidos pelos egípcios, gregos e outros povos. Mas o primeiro registro oficial de sua existência é de <strong>8 de agosto de 1494</strong>, quando uma cobrança de impostos do Tesouro Público Escocês indicava a taxação de &#8220;oito medidas&#8221; — cerca de 150 quilos — de malte para a produção de <strong>&#8220;aqua vitae&#8221;</strong>, água da vida, o primeiro nome do uísque. Teria, portanto mais de 500 anos de existência. Como é impossível comprovar a veracidade de todas essas histórias (com exceção da última), fico com aquela que afirma ser o <strong>&#8220;uísque escocês somente aquele feito na Escócia&#8221;</strong>, e que jamais se conseguiu reproduzir em outras terras.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do solo da Escócia, o homem colheu a cevada, a água e o carvão de turfa, trabalhou-os, combinou-os e fez o uísque. Para conhecer um pouco mais do que se está bebendo, é importante saber a diferença entre um puro malte, um vatted, um blended e um grain. Puro malte é o mais nobre dos uísques, feito de pura cevada maltada. O vatted, menos nobre, é a mistura de vários maltes. O blended (90% dos uísques no mercado e o mais consumido) é o que incorpora outros grãos além da cevada, à fórmula do malte. O grain é feito quase exclusivamente de milho, sendo considerado o tipo mais <em>rastaquera</em> dos uísques escoceses.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O primeiro passo para se sorver uísque com sabedoria é escolher o copo certo. Para se beber um puro malte ou o vatted, use o mesmo copo de &#8220;cherry&#8221;, uma taça abaulada com pé alto. Não segure no corpo do copo, mas na haste. Para beber um blended há duas possibilidades. O copo curto e largo para comportar gelo feito de água mineral ou, no mínimo, filtrada. Ou o copo alto para levar além de gelo, água mineral ou club soda. Aquele trago &#8220;cowboy&#8221;, ou seja, de uma <em>solavancada</em> só, exige copinhos pequenos, do tipo usado para Steinhaeger. Claro, sem gelo. Mas esse trago &#8220;cowboy&#8221; é mais específico para o bourbon, aquele consumido pelos rudes do Velho Oeste americano e que tem no <strong>Jack Daniels, </strong>no<strong> Jim Beam </strong>e nas duas versões do<strong> Wild Turkey</strong> os seus representantes mais conhecidos. O bourbon deve ter, no mínimo, 51% de milho em vez de cevada maltada.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A maior heresia que se pode cometer à beira de uma garrafa de puro malte é beber seu conteúdo com gelo ou com muita água. Se um escocês estiver por perto, então, tema por sua integridade moral. Vatted ou puro malte devem ser bebidos puros, ou no máximo, com 1 cc de água mineral. Nunca água clorada, que danifica as propriedades do uísque. Os que querem um pouco de &#8220;frio&#8221;, que usem o copo previamente congelado.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O blended admite misturas mais heterodoxas, como, por exemplo, o guaraná. Contudo, o ideal para quem não aprecia uísque puro, é adicionar gelo ou água mineral (no máximo, meio a meio), até porque é recomendado que o blended seja bebido a uma temperatura de 12 a 16 graus Celsius. Club soda é o diluidor clássico e admitido pelos amantes do uísque desde o século passado.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A cor nada tem a ver com a qualidade e nem com a graduação alcoólica. A padronização das cores de cada marca foi feita por causa de exigências de desconfiados importadores. Em muitas destilarias esta cor é conseguida pela adição de caramelo ou de um vinho xerez.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os uísques mais velhos são mais suaves. Os mais jovens, mais robustos. O que não significa que um uísque de 15 anos seja melhor do que um de 8 anos. Nem sempre os envelhecidos conseguem um bom público. O <strong>Royal Ages</strong> foi um desses. Engarrafado depois de 21 anos descansando em barris de carvalho, faleceu logo em seguida. No seu lugar perpetuou-se o <strong>JB</strong> 15 anos.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não é muito difícil fugir dos uísques falsificados que ainda assombram o mercado brasileiro. Basta um pouco de atenção e seguir alguns macetes bem simples para se consumir um legítimo &#8220;scotch whisky&#8221; e ter um dia seguinte feliz.</p>
<ol>
<li>Olhar bem o rótulo para ver como ele está fixado, e se a garrafa está limpa. Uma boa destilaria nunca usaria um rótulo torto e teria uma grande preocupação com o visual.</li>
<li>O conteúdo da garrafa para ser uísque escocês deve ser límpido, translúcido e dourado, com um brilho próprio. Nenhum falsificado consegue esse brilho tão peculiar.</li>
<li>Observar bem o fecho e a tampa da garrafa. Se não estiver bem fechada, esqueça.</li>
<li>Se for possível esfregue um pouco na mão. Se o cheiro que permanecer for de álcool puro, é fria. O uísque escocês legítimo vai deixar um aroma peculiar de malte.</li>
<li>E ainda, se der, dê uma provadinha. Quem conhece um mínimo de &#8220;scotch whisky&#8221; vai tirar suas conclusões definitivas.</li>
</ol>
<p>&nbsp;E, para concluir este texto, vou reproduzir uma história interessante contada por Bento de Almeida Prado (que foi um grande bebedor de uísque) e que ele garantia ser verdadeira. Numa de suas viagens pela Escócia viu, numa pequena cidade do norte, um escocês tomando uísque com laranjada. Espantado, depois de tomar algumas doses para se sentir corajoso, perguntou ao homem: <em>&#8220;Ora, eu venho de tão longe para ver como se bebe uísque na Escócia e encontro um grandalhão como você tomando com laranjada?&#8221;. </em>O homem ticou uma fera: <em>&#8220;Eu <strong>nunca</strong> bebo uísque com refrigerante. O que eu estou bebendo <strong>agora </strong>é laranjada, porque estou com sede. Mas como sozinha ela não desce, pus um pouco de uísque&#8221;.</em></p>
<p><strong>******</strong></p>
<p><strong>Perfil do Autor</strong></p>
<p>
<p>Se as pessoas conhecem meus textos, isso é o suficiente. Eles dizem tudo o que eu tenho para dizer, mesmo que as situações relatadas não tenham ocorrido diretamente comigo.</p>
</p>
<p class="tracker">(Artigonal SC #2544900)</p>
<p>Fonte do Artigo &#8211; <a href="http://www.artigonal.com/casa-e-familia-artigos/uisque-ou-como-diziam-os-sabios-escoceses-agua-da-vida-2544900.html" title="UÍSQUE OU, COMO DIZIAM OS SÁBIOS ESCOCESES, ÁGUA DA VIDA">http://www.artigonal.com/casa-e-familia-artigos/uisque-ou-como-diziam-os-sabios-escoceses-agua-da-vida-2544900.html</a></p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/tdomf/121/ist2_5655690-whisky.jpg">ist2_5655690-whisky.jpg (50 KB)</a></p>
<p><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/tdomf/121/ist2_5655690-whisky.jpg" /></p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/?attachment_id=123">ist2_5655690-whisky.jpg (50 KB)</a></p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/?attachment_id=123"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/tdomf//121/ist2_5655690-whisky-150x150.jpg" alt="ist2_5655690-whisky.jpg (50 KB)" /></a></p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/tdomf/121/ist2_5655690-whisky.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/tdomf//121/ist2_5655690-whisky-150x150.jpg" alt="ist2_5655690-whisky.jpg (50 KB)" /></a></p>
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		<title>Grafite</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 21:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse assunto divide opiniões, uns gostam outros acham que é poluição visual. Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo &#8211; aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/grafite.jpg"></a><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/1424grafite1.jpg"><img class="size-medium wp-image-52 alignleft" title="1424grafite1" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/1424grafite1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Esse assunto divide opiniões, uns gostam outros acham que é poluição visual.<br />
Normalmente distingue-se o grafite, de elaboração mais complexa, da simples pichação, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, como Osgemeos, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo &#8211; aí incluída a grande fachada da Tate Modern de Londres &#8211; admitem ter um passado de pichadores.<br />
A partir do movimento contracultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de caráter poético-político, a prática do grafite generalizou-se pelo mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte. Os grafites podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.<br />
Dentre os grafiteiros, talvez o mais célebre seja Jean-Michel Basquiat, que, no final dos anos 1970, despertou a atenção da imprensa novaiorquina, sobretudo pelas mensagens poéticas que deixava nas paredes dos prédios abandonados de Manhattan.Posteriormente Basquiat ganhou o rótulo de neo-expressionista e foi reconhecido como um dos mais significativos artistas do final do século XX.</p>
<p>Para quem gosta aí estão alguns grafites.</p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/grafite.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-54" title="grafite" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/grafite-288x300.jpg" alt="" width="288" height="300" /></a><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/grafite1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-55" title="grafite1" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/grafite1-300x245.jpg" alt="" width="300" height="245" /></a></p>
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		<title>NASA desmente fim do mundo em 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 20:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO – Por meio de um relatório, a Agência Espacial Americana esclarece as dúvidas dos internautas e afirma: o mundo não acaba com o fim do calendário Maia. O aviso foi dado depois que um site mantido pela NASA foi inundado de perguntas de internautas a respeito de um misterioso planeta chamado Nibiru e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO – Por meio de um relatório, a Agência Espacial Americana esclarece as dúvidas dos internautas e afirma: o mundo não acaba com o fim do calendário Maia.</p>
<p>O aviso foi dado depois que um site mantido pela NASA foi inundado de perguntas de internautas a respeito de um misterioso planeta chamado Nibiru e do fim do mundo programado para 21 de dezembro de 2012.</p>
<p>A página em questão se chama “Ask an Astrobiologist”, e é mantida por David Morrison como parte de seus trabalhos como Cientista Sênior do Instituto de Astrobiologia da NASA. Nela, o público pode perguntar o que quiser e, ultimamente, foram mais de mil e-mails voltados para as previsões apocalípticas.</p>
<p>Na internet os boatos mais recentes do apocalipse entrelaçam uma complexa trama de provas e evidências que levam a crer que o fim dos tempos será no dia 21 de dezembro de 2012 – ou, mais precisamente, o fim do calendário Maia.</p>
<p>A civilização pré-colombiana surgiu no México há mais de três mil anos, e é conhecida por suas habilidades astronômicas, incluindo a divisão do calendário em 365 dias e a previsão de eventos como eclipses.</p>
<p>A causa dessa destruição prevista nos atuais boatos espalhados na internet seria Nibiru, também chamado de Planeta X, um corpo celeste que teria sido descoberto pelos sumérios. O impacto com a Terra seria precisamente na data em que o calendário Maia termina (numa analogia ao “fim dos tempos”) – e o fato estaria sido mantido em segredo pelo governo.</p>
<p>O que parece ter alimentando mais ainda alguns boatos é o lançamento de um filme de Hollywood chamado de “2012”, que deve estrear nos Estados Unidos em novembro. Como parte da campanha de lançamento, a Columbia Pictures criou um site de uma suposta organização para a continuação da humanidade, que reúne evidências de que o mundo realmente acabará em três anos.</p>
<p>Para tentar esclarecer essas especulações, o Dr. Morrison rastreou as origens do que chama de mitos e respondeu aos internautas em seu site. As dúvidas mais freqüentes foram publicada pela Associação Astronômica do Pacífico.</p>
<p>Segundo ele, o boato de Nibiru teve sua origem com Zecharia Sitchin, autor de livros de ficção sobre as antigas civilizações mesopotâmicas. Em algumas de suas obras, entre elas “The Twelfth Planet” publicado em 1976, ele afirma ter encontrado e traduzido documentos sumérios que identificavam o planeta orbitando o Sol a cada 3.600 anos. Essas fábulas incluíam histórias de antigos astronautas que visitavam a Terra, vindos de uma civilização alienígena chamada Anunnaki.</p>
<p>Em paralelo, uma auto-declarada psíquica chamada Nancy Lieder alegou ter um canal com os ETs. Ela escreveu em seu site Zetatalk que os habitantes de um suposto planeta ao redor da estrela Zeta Reticuli a avisaram de que a Terra corria perigo de ser atacada pelo Planeta X, ou Nibiru. A catástrofe foi inicialmente prevista para maio de 2003, mas quando nada aconteceu, a data foi mudada para dezembro de 2012. </p>
<p>Segundo Dr.Morison, apenas recentemente essas duas fábulas foram ligadas ao fim do calendário Maia, no solstício de inverno de 2012.</p>
<p>O cientista esclarece também que as fotos ou evidências apresentadas na internet são falsas. Uma das imagens mais populares do que seria Nibiru se trata, na verdade, de uma nebulosa de gás fora do sistema solar fotografada pelo telescópio espacial Hubble.</p>
<p>Quanto aos Maias, Morison afirma que a sociedade realmente desenvolveu calendários bastante complexos, mas que, apesar do interesse histórico que possamos ter, eles não se comparam a habilidade moderna de contagem do tempo, ou à precisão dos calendários modernos. E, o mais importante: estes instrumentos não podem prever o futuro.</p>
<p>Quanto ao fim do calendário estar ligado ao fim do mundo, ele faz uma comparação: o calendário de mesa de qualquer pessoa termina muito antes de 21 de dezembro de 2012 – ele acaba em 31 de dezembro de 2009. Mas ninguém interpreta isso como uma previsão do Armageddon – é apenas o começo de um novo ano.</p>
<p>Ciência<br />
NASA desmente fim do mundo em 2012<br />
Paula Rothman, de INFO Online<br />
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