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		<title>Não Faz Sentido! &#8211; Políticos</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 23:23:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esses vídeo me foi enviado por email. Simplesmente fantástico. Parabéns dos dois para o que foi dito e &#8220;vamos mudar essa porra&#8221;. Nessa não dá mais, mas podemos começar a mudar na próxima. Educação, Saúde e Diversão!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses vídeo me foi enviado por email. Simplesmente fantástico.<br />
Parabéns dos dois para o que foi dito e &#8220;vamos mudar essa porra&#8221;.<br />
Nessa não dá mais, mas podemos começar a mudar na próxima.<br />
Educação, Saúde e Diversão!</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dAQkMjebkeA?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/dAQkMjebkeA?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Protesto</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 18:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bella</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cala Boca Sylvester Stallone]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse é um site para entretenimento, diversão e modestamente dizendo até informação. Mas diante do absurdo que andei lendo durante alguns dias, resolvi publicar esse post como sinal de revolta e indignação. O Brasil é um país com problemas como tantos outros, mas que tem como principais atrativos suas paisagens belíssimas e pessoas boas, educadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um site para entretenimento, diversão e modestamente dizendo até informação. Mas diante do absurdo que andei lendo durante alguns dias, resolvi publicar esse post como sinal de revolta e indignação.</p>
<p>O Brasil é um país com problemas como tantos outros, mas que tem como principais atrativos suas paisagens belíssimas e pessoas boas, educadas, alegres, que recepcionam bem aqueles que vem de fora. Por isso, minha revolta ao ler artigos que mencionavam que um ator famoso de Hollywood, Sylvester Stallone que usou e abusou da hospitalidade brasileira disse durante visita ao Comic Com, evento sobre quadrinhos e cultura pop nos EUA, por que decidiu filmar Os Mercenários no NOSSO país, em abril de 2009, no melhor estilo Rambo: “Lá você pode atirar  nas pessoas, explodir coisas e eles dizem: ‘Obrigado! E aqui está um  macaco para você levar para casa’. Não poderíamos ter feito o que  fizemos (em outro lugar). Explodimos muita terra. Parecia assim: ‘Todo  mundo traz o cachorro quente. Vamos fazer um churrasco. Vamos explodir  essa cidade’”.<br />
Os Twitteiros fizeram um &#8220;Cala Boca Sylvester Stallone&#8221;, em sinal de indignação.<br />
Pois aqui fica postado a revolta dos realizadores desse site, que não são apenas brasileiros, sobre alguém que pensava educado, profissional e com boas intenções, que está usando o nome e o povo deste país para se promover e ao seu filme.<br />
O Brasil é uma pais cheio de corrupção, problemas sociais, mas rico me beleza, hospitalidade, um povo cheio de vontade, de alegria. É inadmissível que alguém denigra sua imagem sem razão, apenas para fazer comédia perante o mundo.<br />
Fica aqui nosso protesto. Com muito orgulho de ser brasileiro.<br />
<a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/coraçãobrasileiro.jpeg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/coraçãobrasileiro.jpeg" alt="" title="coraçãobrasileiro" width="106" height="85" class="alignleft size-full wp-image-181" /></a><br />
<a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/cala-boca-stallone1.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/cala-boca-stallone1-214x300.jpg" alt="" title="cala-boca-stallone1" width="214" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-182" /></a></p>
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		<title>Dez prostitutas que mudaram o destino da História</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em outubro de 1917, em seu último gesto sedutor, Mata Hari jogou um beijinho para a tropa de fuzilamento. A prostituta &#8211; e secretamente espiã alemã &#8211; havia rodado o ambiente militar da Tríplice Entente e comprometido segredos de guerra importantíssimos, como a nova arma inglesa: o tanque de guerra. Ela foi executada respondendo pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em outubro de 1917, em seu último gesto sedutor, Mata Hari jogou um beijinho para a tropa de fuzilamento. A prostituta &#8211; e secretamente espiã alemã &#8211; havia rodado o ambiente militar da Tríplice Entente e comprometido segredos de guerra importantíssimos, como a nova arma inglesa: o tanque de guerra. Ela foi executada respondendo pela morte de mais de 50 mil pessoas.<br />
<a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Mata-Hari.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-171" title="Mata Hari" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Mata-Hari-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Mike Jones: herói dos homossexuais<br />
Este foi o justiceiro da causa gay no Colorado, EUA. Mike era amante de muitos homens importantes, entre eles um que ele chamava carinhosamente de Art – e todo o resto do mundo conhecia como reverendo Ted Haggard, líder do movimento cristão evangélico. Art era também uma das cabeças no protesto anticasamento gay, que seria votado no Colorado em novembro de 2006.<br />
Escandalizado com a hipocrisia de seu amante, Mike foi a um programa de rádio e contou cada detalhe sórdido da relação dos dois. A notícia não foi o bastante para fazer com que o referendo fosse um sucesso para a causa gay, mas, ao menos, a comunidade GLSBT teve o gostinho de ver o reverendo sendo expulso da igreja e virando um vendedor de apólices de seguros.</p>
<p>Valerie Jean Solanas: quase-assassina de Warhol<br />
Durante a década de 60, a “Factory” de Andy Warhol &#8211; estúdio do artista que se transformou em refúgio para excêntricos e aqueles que só queriam curtir uma viagem de anfetamina – estava a toda produção e de portas abertas a quem interessasse. Até que uma dessas excêntricas, a ex-estudante de psicologia e prostituta Valerie, apareceu em sua porta com uma peça chamada “Dentro da sua bunda” (uma delicadeza de menina, não?). Warhol achou que a peça era chocante demais até para ele. Deu apenas um papel para ela em outra de suas produções e a pagou US$ 25 pelo serviço.<br />
Depois disso, Valerie chegou ao pico de sua loucura. Em junho, deu um tiro em Warhol que quase lhe tirou a vida. Ela se entregou no mesmo dia, passou três anos presa e muitos indo e voltando de manicômios. Em liberdade, infernizou Warhol por telefone até o fim de seus dias, quando foi encontrada em decomposição em seu quarto alugado. Quanto à Factory, infelizmente nunca mais foi tão aberta às massas absurdas que inspiravam a pop art de Wahrol. Com seu corpo para sempre danificado pelo tiro, Warhol achou melhor dedicar sua atenção a alguns amigos ricos e celebridades – que provavelmente não atirariam nele.<br />
Em 2003, um blog incomum foi eleito o melhor da blogosfera pelo jornal inglês The Guardian. No “Diário de uma garota de programa londrina”, Belle de Jour, uma prostitua de luxo, escrevia sobre como seus clientes a tratavam melhor do que os homens que a levavam para sair de verdade. Escreveu livros, tornou-se colunista do Sunday Telegraph.<br />
Sua identidade permaneceu em segredo até novembro de 2009, quando um ex namorado furioso ameaçava expô-la. Antes que ele fizesse isso, ela veio ao público por conta própria e chocou a todos. Era a Dr. Brooke Magnanti, uma loira belíssima que passava seus dias pesquisando o câncer infantil. Explicou a todos que se prostituíra para conquistar a estabilidade financeira que lhe permitisse escolher a área científica de que mais lhe agradasse.</p>
<p>Geórgia Beyer: primeira prefeita transexual do mundo<br />
George nasceu em 1957 e cresceu como um garoto do campo na Nova Zelândia. Quando completou 17 anos, descobriu o mundo das drag queens e passou a fazer shows e a se prostituir. Assim, George economizou dinheiro para se tornar Georgina. Essa nova mulher se dedicou à vida de atriz e, logo de assistente social. Mesmo causando impacto a princípio, logo ela encantou a todos e teve grandes conquistas, como melhorar o sistema educacional local. Em 1995 foi eleita a primeira prefeita transexual do mundo. Em quatro anos, ela chegou ao Parlamento, onde lutou pelos direitos dos gays até 2007, quando se aposentou.</p>
<p>Carol Leigh: a sindicalista<br />
Se você tem direito a plano de saúde, férias remuneradas e acha que todos os seus direitos trabalhistas são muito justos, por que as prostitutas não poderiam pensar o mesmo? A ativista Carol Leigh conquistou direitos para as prostitutas em São Francisco, na Califórnia. Desde os anos 70, sob o codinome Scarlot Harlot, ela trabalha como advogada, prostituta e vídeo artista. Hoje, é consultora internacional em direitos das profissionais do sexo para África do Sul, Tailândia, Hungria, entre outros países. Para ela, o mundo ideal é aquele em que, além de ter uma profissão legalizada, as prostitutas têm aulas grátis de defesa pessoal, preservativos e educação sexual, oportunidades de estudo e até o direito de – como aconteceu na França &#8211; escrever ao presidente reclamando que as estrangeiras estão roubando seus empregos.<br />
Ela foi amante (o que, para a sociedade da época, não era muito distante de prostituta) do Rei Henrique VIII e depois se tornou rainha da Inglaterra. E, antes de ter sua cabeça cortada por seu amado, ajudou na criação de uma nova religião: o anglicanismo. O fato de a igreja Católica não concordar em dar a separação e a ratificar o novo casamento, ajudou Henrique VIII a tomar a decisão de criar a nova religião.</p>
<p>Jim Carroll: poeta, prostituto e astro do rock<br />
Se tem alguém que deve agradecer a este prostituto ilustre é Leonardo DiCaprio. Foi interpretando sua autobiografia em Diário de um drogado – do livro Diário de basketball – que o ator ganhou fama e começou uma carreira séria. Assim como no filme, Carroll se prostituía para sustentar seu vício. Apesar disso era um escritor genial, músico brilhante e até roteirista de alguns dos filmes de Andy Warhol. Em toda a década de 80 e 90, seu livro foi leitura obrigatória para os jovens.</p>
<p>As vítimas de Jack, o estripador<br />
As vítimas de Jack, o Estripador são quase mártires da categoria. O serial killer fez uma fama negra por estrangular prostitutas e, depois, desfigurar seu rostos, genitálias e retirar seus órgãos. Seus crimes, entre 1888 e 1891, criaram pânico geral e também fizeram com que o governo local passasse a prestar mais atenção nas prostitutas da região, oferecendo a elas melhores oportunidades.<br />
Se Jack, o Estripador, era um homem que matava prostitutas, Aileen era seu exato oposto: uma prostituta que matava homens. Sua mãe a abandonou quando ela era ainda criança e, em sua adolescência, o pai foi preso por prática de pedofilia. Para se sustentar, ela se tornou prostituta e passou a matar caminhoneiros na beira da estrada. Sete assassinatos depois, Aileen foi presa e passou mais de uma década no corredor da morte. Até que, um dia, demitiu todos seus advogados e disse que queria morrer. “Eu sou uma pessoa que odeia profundamente a vida e mataria de novo”, ela disse.</p>
<p>Fonte:Revista Galileu</p>
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		<title>Pirate Metal</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bella</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem já conhece esse post não será nenhuma novidade, mas para aqueles que ainda não ouviram, aí está mais uma novidade musical. O Heavy Metal é um estilo musical tão cheio de subgêneros e divisões que fica difícil conhecer todas elas mesmo sendo um grande fã do gênero. Por isso, sempre acabo descobrindo uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem já conhece esse post não será nenhuma novidade, mas para aqueles que ainda não ouviram, aí está mais uma novidade musical. </p>
<p>O Heavy Metal é um estilo musical tão cheio de subgêneros e divisões que fica difícil conhecer todas elas mesmo sendo um grande fã do gênero. Por isso, sempre acabo descobrindo uma banda aqui e outra ali que tocam cada coisa… Separei alguns lançamentos estranhos que saíram tanto por aqui quanto no exterior.</p>
<p>A banda ao lado, por exemplo, é o Alestorm. Junto com o Swashbuckle, esses escoceses são os maiores representantes do pirate metal. Eles se vestem como piratas, falando de navegar e beber rum em suas letras e são fãs da série de filmes Piratas do caribe. Fico pensando que demorou para alguém pensar nisso. Afinal, o Viking Metal existe há algum tempo e os piratas exercem tanto fascínio quanto os guerreiros nórdicos. O grupo lançou recentemente o disco Black sails at midnight. Coloquei um vídeo com a música “Keelhauled” no final do post.</p>
<p>Outro subgênero curioso é o nintendocore. É uma mistura de metalcore (metal com hardcore) com barulhos de videogame 16 bits, como o Super Nintendo. A banda mais famosa dentro do nintendocore é o Horse the Band, que lançou o disco de estúdio Desperate living em 2009 e agora lança um box com 6 DVDs, Earth tour 2008: desperate living. Confira o vídeo de “Bunnies” no final do post.</p>
<p>Existe também o queercore, um subgênero que trata apenas de temáticas homossexuais. Em geral, os músicos são gays e tratam simplesmente de como é ser gay em suas músicas. Bandas como Bear Party, cujo novo disco Bottom’s Up pode ser encontrado aqui, criam canções divertidas como “Gaylien” e “Fags of the future” (“bichas do futuro”, em tradução livre). Nos anos 1990, o termo queercore era usado para designar bandas de punk que falam das dificuldades de suas escolhas sexuais. Existem outras bandas de Queercore, como a Gayrilla Biscuits e a Black Fag (em homenagem à lendária banda de punk dos anos 1970, Black Flag).</p>
<p>Saindo dos subgêneros divertidos, existem também bandas que fazem um som mais brutal e, em alguns casos, ofensivo. É o caso das bandas de pornogrind, um estilo que mistura músicas extremamente pesadas, de apenas alguns segundos de duração, com temáticas sexuais. As capas os discos também costumam ser bastante agressivas. Para bandas como Dead, Lividity e Waco Jesus, é muito mais importante chocar do que compor músicas realmente boas.</p>
<p>Por fim, existe o mathcore. Bandas como a ótima Dillinger Escape Plan, que acabou de lançar o disco Option paralysis, criam composições complexas, cheias de acordes dissonantes e riffs complicados, de difícil execução. O nome faz referência a essa busca quase matemática por composições difíceis.</p>
<p>Abaixo o clip da banda Alestrom.</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/99a6DaheLqs&amp;hl=en_US&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/99a6DaheLqs&amp;hl=en_US&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Amom Amarth &#8211; Biografia</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 20:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amon Amarth é uma banda da cidade de Tumba, Suécia de death metal melódico com tema viking em suas letras. Como o próprio vocalista já disse, a banda não é Viking Metal, apenas canta músicas sobre Vikings e sobre a mitologia nórdica. Formada originalmente em 1988 com o nome &#8220;Scum&#8221;, tornou-se Amon Amarth em 1992, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amon Amarth é uma banda da cidade de Tumba, Suécia de death metal melódico com tema viking em suas letras. Como o próprio vocalista já disse, a banda não é Viking Metal, apenas canta músicas sobre Vikings e sobre a mitologia nórdica.</p>
<p>Formada originalmente em 1988 com o nome &#8220;Scum&#8221;, tornou-se Amon Amarth em 1992, nome retirado da obra &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221; de J.R.R. Tolkien, onde significa &#8220;Montanha da Perdição&#8221; (&#8220;Mount Doom&#8221;) em Sindarin, idioma também denominado &#8220;a língua dos elfos-cinzentos&#8221;, &#8220;a língua de Beleriand&#8221;, &#8220;a língua nobre&#8221;, sendo várias vezes referida nos livros como simplesmente &#8220;a língua élfica&#8221;.</p>
<p>Em 1992, a quando da adoção do novo nome, a banda era composta pelo vocalista Johan Hegg, pelos guitarristas Olavi Mikkonen e Anders Hansson, pelo baixista Ted Lundström e pelo baterista Nico Kaukinen.</p>
<p>A primeira demo da banda, &#8220;Thor Arise&#8221;, foi gravada em 1993, mas nunca chegou a ser editada devido a problemas de som. Seguiu-se uma segunda demo, em Abril de 1994, &#8220;Arrival of the Fimbul Winter&#8221;, da qual foram vendidas todas as cópias editadas.</p>
<p>Em Novembro de 1995, após assinarem um contrato com a editora Pulverised Records, a banda decidiu utilizar no decurso de cinco dias o &#8220;Abyss Studio&#8221; de Peter Tägtgren (vocalista e guitarrista da banda Hypocrisy). Assim, foi editado em Abril de 1996 o EP &#8220;Sorrow Throughout The Nine Worlds&#8221;.</p>
<p>Pouco depois o baterista Niko Kaukinen saiu da banda, sendo substituído por Martin Lopez. Com um novo baterista e, mais uma vez, a ajuda de Peter Tägtgren, o álbum de estreia do Amon Amarth, &#8220;Once Sent From The Golden Hall&#8221;, é lançado em 1998 pela editora Metal Blade.</p>
<p>Foram adicionamos à banda o guitarrista Johan Söderberg e o baterista Fredrik Andersson em 1999 para a gravação do álbum &#8220;The Avenger&#8221;, devido à saída de Hansson e Lopez. Lopez saiu para se juntar à banda Opeth.</p>
<blockquote></blockquote>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/AmonAmarth.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/AmonAmarth-300x200.jpg" alt="" title="Amon Amarth 17.06.2006" width="300" height="200" class="alignleft size-medium wp-image-160" /></a></p>
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		<title>Radio Metal: &#8220;o Maiden não sabe mais como escrever hits&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 20:06:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O repórter da Radio Metal, Metal’O Phil, fez uma resenha faixa a faixa do “The Final Frontier”, novo disco do Iron Maiden, onde afirmou: &#8220;o Maiden não sabe mais como escrever hits&#8221;. Confira abaixo o início de suas impressões sobre o disco. 1. Satellite 15… The Final Frontier – 8’40 A abertura do novo álbum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O repórter da Radio Metal, Metal’O Phil, fez uma resenha faixa a faixa do “The Final Frontier”, novo disco  do Iron Maiden, onde afirmou: &#8220;o Maiden não sabe mais como escrever hits&#8221;. Confira abaixo o início de suas impressões sobre o disco.</p>
<p>1. Satellite 15… The Final Frontier – 8’40<br />
A abertura do novo álbum do Iron Maiden é uma intro longa e experimental, com baterias às vezes tribais, às vezes marciais e guitarras. Após um curto silêncio, alguns sutis arpejos e a voz de Dickinson aparecem, enquanto Nicko McBrain inicia uma robótica seção rítmica com bumbo duplo e… bem, eu realmente não sei o que pensar do resultado. Após mais silêncio (mais um de muitos neste álbum), tudo se torna claro quando um riff do velho Maiden e um refrão de fáceis letras começam: “The final frontieeeer, The final frontieeeeeer…”.</p>
<p>2. El Dorado – 6’49<br />
O primeiro single, que está disponível para download gratuito no site oficial da banda, não é o maior hit do álbum nem o mais representativo. Ela começa do mesmo jeito que “Satellite 15” terminou: uma guitarra porrada, junto com Nicko Mcbrain batendo alto em seus pratos. Este tipo de efeito “espalhafatoso” é normalmente usado para concluir uma música ou um show. Então surge um tradicional ritmo galopante com um riff parecido com o estilo Heavy/Trash do Megadeth. O refrão é cativante, mas não tão memorável. Cruelmente me lembra das anedóticas faixas de abertura dos últimos dois álbuns. Estas faixas parecem mais estarem lá para encher o álbum do que serem o resultado de alguma inspiração. Outra mania do Maiden neste álbum é que a canção termina, geralmente, da mesma forma que começou.</p>
<p>Confira a resenha completa, traduzida para o português, no www.imprensarocker.wordpress.com.<br />
via:Whiplash!</p>
<p><iframe src=http://whiplash.net/news_iframe.html?corFundo=FFFFFF&#038;corTexto=000000&#038;corDestaque=900000 width=500 height=250 frameborder=0></iframe><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/iron-maiden.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/iron-maiden-300x257.jpg" alt="" title="iron-maiden" width="300" height="257" class="alignleft size-medium wp-image-156" /></a></p>
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		<title>Sarah Jane Ferridge</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 19:57:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sarah Jezebel Deva Sarah Jane Ferridge nasceu a 25 de fevereiro de 1977 em Forrest Gate , Londres. Começou a sua carreira aos onze anos no Queen’s theatre cantando summertime, mais tarde aos treze anos ela repete… Então Sarah pula do jazz para o punk mudando e entrando para um novo estilo, mas ao participar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Sarah  Jezebel  Deva</h1>
<p>Sarah Jane Ferridge nasceu a 25 de fevereiro de 1977 em Forrest Gate , Londres. Começou a sua carreira aos onze anos no Queen’s theatre cantando summertime, mais tarde aos treze anos ela repete…  Então Sarah pula do jazz para o punk mudando e entrando para um novo estilo, mas ao participar na banda “Mad Dog” ela rapidamente viu que aquilo não era o estilo dela.</p>
<p>Sarah decidiu gravar uma demo com o seu trabalho e suas letras, aos 16 anos ela fez uma nova mudança, desta vez para o metal.</p>
<p>Desde então sempre envolvida com o metal, ela estrela com grandes nomes, Cradle of Filth, Therion, The Gathering e mais…</p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Sarah-jezebel-Devah.jpg"><img src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/Sarah-jezebel-Devah-198x300.jpg" alt="" title="Sarah jezebel Devah" width="198" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-150" /></a>Sempre usando o seu nome de palco Sarah Jezebel Devah</p>
<p>A sua banda Angtoria ficou famosa com “God has a plan for as all”.</p>
<p>Mas este breve e pobre artigo ser de introdução para o novo album “Sign Of Sublime”</p>
<p>A musica de apresentação falará por si!</p>
<p>O álbum terá as seguintes faixas:</p>
<p>01. Genesis<br />
02. A Sign Of Sublime<br />
03. She Stands Like Stone<br />
04. The Devil’s Opera<br />
05. They Called Her Lady Tyranny<br />
06. The Road To Nowhere<br />
07. Your Woeful Chair<br />
08. Newborn Failure<br />
09. Daddy’s Not Coming Home</p>
<p>A cantora liberou faixas no myspace:</p>
<p>http://www.myspace.com/jezebeldeva</p>
<p>Sarah Jezebel Deva</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3akeMu1Wcy4&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3akeMu1Wcy4&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;hl=en_US&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Luís Represas &#8211; Biografia</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 15:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Represas]]></category>

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		<description><![CDATA[1993 ‐ 1998 Luís Represas foi desde cedo muito interessado pela música, prova disso é o facto de ter comprado aos 13 anos a sua primeira guitarra. É em 1976 que funda a banda Trovante, juntamente com João Gil, João Nuno Represas, Manuel Faria e Artur Costa, grupo referência da música popular portuguesa do pós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1993 ‐ 1998<br />
Luís Represas foi desde cedo muito interessado pela música, prova disso é o facto de ter comprado aos<br />
13 anos a sua primeira guitarra.<br />
É em 1976 que funda a banda Trovante, juntamente com João Gil, João Nuno Represas, Manuel Faria e<br />
Artur  Costa,  grupo  referência  da  música  popular  portuguesa  do  pós  25  de  Abril  e  no  qual  se  manteve<br />
como cantor ate ao seu desmembramento.<br />
Em 1992, os Trovante separam‐se e Luís Represas inicia a sua carreira a solo.<br />
Luís  Represas  refugia‐se  em  Havana,  de  forma  a  ganhar  distância  em  relação  ao  seu  passado  e  ao<br />
mesmo tempo viver novas experiências musicais, conquistando o seu espaço para compor músicas, com<br />
a colaboração do baixista português Nani Teixeira e dos cubanos Pablo Milanés um dos maiores nomes<br />
da música cubana (criou com Represas um dos mais reconhecidos duetos nacionais, Feiticeira) e Miguel<br />
Nuñez, pianista e responsável pelos arranjos e direcção musical das novas canções de Luis Represas.<br />
Assim  nasce  o  álbum  Represas,  que  é  totalmente  gravado  em  Português  e  Castelhano,  a  fim  de  levar<br />
mais longe e a mais gente as suas canções através destas duas edições.<br />
Depois de se apresentar ao vivo em todo o país, Represas enche por duas noites a sala mais popular de<br />
Lisboa, o Coliseu dos Recreios, concerto transmitido pela RTP.<br />
Em 1995 inicia a composição do seu segundo disco Cumplicidades, gravado em Lisboa, que conta com a<br />
colaboração do prestigiado pianista de Jazz português, Bernardo Sassetti, com carreira internacional e o<br />
grande  mestre  da  “Villeann  Pipes”  e  “Low  Whistles”:  Davy  Spillane.  Depois  de  uma  tournée  bem<br />
sucedida, aceita o desafio de se apresentar no grande Auditório do Centro Cultural de Belém, por quatro<br />
noites consecutivas, que daria origem a um CD duplo “Ao Vivo no CCB”, galardoado com dupla platina.<br />
Em 1998 Luís Represas edita o seu quarto trabalho, “A Hora do Lobo”, onde se dá o seu reencontro com<br />
Miguel Nunez, do qual resulta um álbum cheio de melodias intensas e fascinantes.<br />
“A  Hora  do  Lobo”,  canção  que  dá  título  ao  disco,  conta  com  a  participação  de  Pedro  Guerra,  músico<br />
espanhol extremamente popular no país vizinho. O resultado traduz‐se em inúmeros espectáculos por<br />
todo o país e na participação especial num espectáculo memorável na EXPO 98, no dia em que estavam<br />
presentes 100.000 visitantes.</p>
<p>1998 ‐ 2003<br />
Em  12  de  Maio  de  1999,  a  convite  do  Presidente  da  República  Dr.  Jorge  Sampaio,  Represas  reúne‐se<br />
com os Trovante para um espectáculo memorável no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Este emocionante<br />
reencontro  deu  origem  a  um  cd  duplo,  ao  vivo,  intitulado  “Uma  Noite  Só”,  que  atinge  o  galardão  de<br />
dupla platina<br />
Também em 1999, Represas aceita o convite para ser a voz, na versão portuguesa, dos temas originais<br />
de Phil Collins, para a banda sonora do filme de animação Tarzan, da Disney.<br />
Na  sequência  da  luta  pela  causa  Timorense,  Luís  Represas  é  convidado  pelo  então  Presidente  da<br />
República, Dr. Jorge Sampaio, a deslocar‐se a Timor, em visita oficial, levando na bagagem o tema que se<br />
tornou num hino à independência e paz do território, “Timor”.<br />
Regressa ao país, desta vez a convite de Xanana Gusmão, para participar nas comemorações do primeiro<br />
aniversário do referendo que decidiu pela via da independência do território.<br />
Em Abril de 2000 desloca‐se ao Brasil para dois concertos no Rio de Janeiro e São Paulo, onde divide o<br />
palco com Daniela Mercury.<br />
Em  2001  Luís  Represas  grava  o  seu  quarto  disco  em  Espanha  e  comemora  25  anos  de  carreira,<br />
celebrando‐os  com  concertos  no  Pavilhão  Atlântico  e  no  Coliseu  do  Porto,  onde  conta  com  presenças<br />
muito especiais como João Gil, Manuel Faria e Bernardo Sasseti.<br />
Em Setembro começou o seu novo projecto Reserva Especial, depois de passar por Praga e gravar com a<br />
Orquestra Sinfónica da República Checa. Este novo disco reunia 21 grandes canções intemporais, numa<br />
colectânea com arranjos de José Calvário, e participações especiais de outros músicos.<br />
Em Maio de 2002 compõe, a convite da Swatch, o tema “Quero uma Casa deste Tamanho”, editado em<br />
disco juntamente com duas gravações inéditas do concerto “25 Anos de Música” no Pavilhão Atlântico,<br />
cujas receitas reverteram a favor da instituição de solidariedade Ajuda de Berço.</p>
<p><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/LuisRepresas1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-135" title="LuisRepresas1" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/LuisRepresas1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>2003 ‐ 2010<br />
Em  Outubro  de  2003  Luís  Represas  apresenta  o  seu  novo  álbum  de  originais,  um  disco  gravado  entre<br />
Portugal, República Checa e Cuba que contou com a participação de músicos que já se conheciam entre<br />
si há muitos anos, como Luis Fernando, Miguel Nunez ou Osmany Sánchez.<br />
Já em 2004, no Verão, sobe ao palco Mundo do Rock In Rio Lisboa, onde milhares de fãs assistem a uma<br />
actuação memorável.<br />
Em 2005, no dia 10 de Junho, “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades” é condecorado com a<br />
Ordem de Mérito pelo Sr. Presidente da República, o Dr. Jorge Sampaio.<br />
Em 2006 lança o álbum “A história Toda”, que resume em CD e DVD um extenso repertório de sucesso.<br />
Trata‐se da gravação do seu espectáculo comemorativo de 30 anos de carreira, que esgota rapidamente<br />
o Coliseu do Porto e mais uma vez o Palco do Grande Auditório do CCB, por duas noites consecutivas.<br />
Luís  Represas  sobe  mais  uma  vez  ao  palco  do  Pavilhão  Atlântico,  ao  lado  do  Maestro  José  Cura,  a<br />
propósito da III Gala da Associação Portuguesa Contra a Leucemia, no dia 25 de Janeiro de 2007, tendo<br />
participado nos anos anteriores em 2002 e 2007, assim como outros artistas que também dão voz pela<br />
causa, como Rui Veloso, Ala dos Namorados, Mariza, Carlos do Carmo, Jorge Palma, entre outros.<br />
Também em 2007, dá início ao projecto “Luís Represas e João Gil”. Após 13 anos do fim dos Trovante, os<br />
dois músicos sentam‐se novamente  em palco para partilhar com o público  muitas  histórias conjuntas,<br />
espectáculo que percorreu várias cidades do país, sendo considerado um enorme êxito.<br />
Olhos nos olhos, o seu nono disco a solo, lançado em 2008 é integralmente gravado em Cuba, contando<br />
com a participação especial da brasileira Simone, dos cubanos Pablo Milanés e Liuba Maria Hévia, entre<br />
outros.  Nas  palavras  de  Luis  Represas  este  álbum  foi  “um  reencontro  comigo,  com  a  maneira  mais<br />
sincera de ser eu”.<br />
O álbum é constituído por 12 temas, 11 deles originais e uma nova versão de &#8220;Colibri&#8221;. Represas assina a<br />
maioria das composições e letras, fazendo parcerias com Ana Vidal, João Monge, João Gil e Margarida<br />
Pinto Correia.</p>
<p>A Tour, nesse ano, conta com uma série de espectáculos por todo o país e, já em 2009, a apresentação<br />
do álbum dá‐se em duas noites muito especiais. O Campo Pequeno e o Coliseu do Porto são as salas de<br />
prestígio escolhidas para comemorar o sucesso da edição do disco, em espectáculos que contam com as<br />
participações especiais de Simone, João Pedro Pais e Miguel Nunez.<br />
Assim nasce o seu mais recente trabalho, “Luís Represas – Ao Vivo no Campo Pequeno” – editado em<br />
Março de 2010. Um registo de um desses espectáculos, que resulta num verdadeiro “best‐of” do artista<br />
que é já, há muito, uma referência da música nacional.</p>
<p>DISCOGRAFIA<br />
A SOLO<br />
1993 | REPRESAS | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1996 | CUMPLICIDADES | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1996 | AO VIVO NO CCB | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1998 | A HORA DO LOBO | BMG<br />
2000 | CÓDIGO VERDE | Universal<br />
2001 | RESERVA ESPECIAL | Universal<br />
2003 | FORA DE MÃO | Universal<br />
2006 | A HISTÓRIA TODA | CD + DVD | Universal<br />
2008 | OLHOS NOS OLHOS | Farol<br />
2010 | AO VIVO NO CAMPO PEQUENO | CD + DVD | Farol<br />
COM TROVANTE<br />
1977 | CHÃO NOSSO, SASSETTI<br />
1979 | EM NOME DA VIDA | Mundo Novo<br />
1981 | BAILE NO BOSQUE | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1982 | CAIS DAS COLINAS | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1984 | TROVANTE 84 | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1986 | SEPES | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1988 | TERRA FIRME | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1989 | AO VIVO NO CAMPO PEQUENO (duplo) | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1990 | UM DESTES DIAS | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1992 | SAUDADES DO FUTURO (duplo) | EMI – Valentim de Carvalho<br />
1999 | UMA NOITE SÓ (duplo) | EMI – Valentim de Carvalho</p>
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		<title>Rui Veloso</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rui Manuel Gaudêncio Veloso (Lisboa, 30 de Julho de 1957) é um cantor, compositor e guitarrista português, embora nascido em Lisboa, mudou-se para o Porto com apenas três semanas. Considerado por muitos como o Pai do Rock Português, movimento musical surgido no início da década de 80, foi como intérprete de blues que começou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rui Manuel Gaudêncio Veloso (Lisboa, 30 de Julho de 1957) é um cantor, compositor  e guitarrista português, embora nascido em Lisboa, mudou-se para o Porto com apenas três semanas. Considerado por muitos como o Pai do Rock Português, movimento musical surgido no início da década de 80, foi como intérprete de blues que começou a sua carreira numa banda de garagem chamada Magara Blues.</p>
<p>Toca harmónica desde os 6 anos. Diz-se apreciador de B.B. King e Eric Clapton, entre outros nomes consagrados. Actuou por duas vezes com o primeiro no Coliseu do Porto e no de Lisboa, em concertos aplaudidos pela crítica. É reconhecido internacionalmente como o mais autêntico bluesman português.</p>
<p>A sua obra é notável e foi já reconhecida pelo Estado Português na figura do então Presidente da República de Portugal, o Dr. Mário Soares, que lhe atribuiu a Grã-Cruz da Ordem do Infante.</p>
<p>É responsável por muitas das canções que fazem parte das lembranças de cada português como Chico Fininho, Porto Sentido, Não Há Estrelas No Céu, Sei de Uma Camponesa, A Paixão (Segundo Nicolau da Viola), Porto Covo, entre tantos outros êxitos.</p>
<p>Integrou o agrupamento Rio Grande, em 1996, formado por Tim (Xutos &amp; Pontapés), João Gil (Ala dos Namorados), Jorge Palma e Vitorino, num estilo de música popular com influências alentejanas que alcançou uma considerável popularidade, gravando dois CDs: originais em 1996 e ao vivo em 1998.</p>
<p>Em 2000 é lançado a compilação O Melhor de Rui Veloso &#8211; 20 anos depois. É feito também um disco de tributo dedicado ao seu álbum de estreia: 20 anos depois &#8211; Ar de Rock.</p>
<p>Em 2003 a mesma formação dos Rio Grande, mas sem Vitorino Salomé, voltou a juntar-se no projecto Cabeças no Ar dedicado a canções nostálgicas que remontam aos tempos da escola. Dali houve lugar a sucessos aclamados pelo público e que hoje Rui Veloso não deixa de cantar nos seus concertos, como é o caso de O Primeiro Beijo.</p>
<p>Lança o álbum O Concerto Acústico ainda em 2003.<br />
Em concerto no Rock in Rio 2006</p>
<p>Regressa aos discos de originais, em 2005, com o disco A Espuma das Canções.</p>
<p>Em 2 de Junho de 2006 actuou no Rock in Rio em Lisboa, precedendo os concertos de Carlos Santana e de Roger Waters.</p>
<p>Ainda em 2006 cumpre os 25 Anos de Carreira, ocasião que brinda com três concertos, dois no Coliseu do Porto e um no Pavilhão Atlântico. Concerto em que apresentou novos e velhos êxitos de &#8220;cara lavada&#8221;. Concertos que levam o público à apoteose total.</p>
<p>Recentemente cumpriu o sonho de abrir o seu próprio estúdio: Estúdio de Vale de Lobos. Também abriu a editora Maria Records mas que durou pouco tempo.</p>
<p>Em 2008 colaborou com a banda Per7ume no tema &#8220;Intervalo&#8221; que alcançou o primeiro lugar do top nacional de &#8220;airplay&#8221;.</p>
<p>Em 2009 lançou o álbum Rui Veloso ao Vivo no Pavilhão Atlântico.</p>
<p>Discografia<br />
Álbuns de estúdio</p>
<p>* 1980 &#8211; Ar de Rock<br />
* 1982 &#8211; Fora de Moda</p>
<div id="attachment_128" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/18458.jpg"><img class="size-full wp-image-128" title="Rui Veloso" src="http://www.lisblogs.com/wp-content/uploads/2010/07/18458.jpg" alt="Rui Veloso 20 Anos depois" width="280" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Rui Veloso 20 Anos depois</p></div>
<p>* 1983 &#8211; Guardador de Margens<br />
* 1986 &#8211; Rui Veloso<br />
* 1990 &#8211; Mingos &amp; Os Samurais<br />
* 1991 &#8211; Auto da Pimenta<br />
* 1995 &#8211; Lado Lunar<br />
* 1998 &#8211; Avenidas<br />
* 2005 &#8211; A Espuma das Canções</p>
<p>Ao vivo</p>
<p>* 1988 &#8211; Rui Veloso Ao Vivo<br />
* 2003 &#8211; O Concerto Acústico<br />
* 2009 &#8211; Rui Veloso ao Vivo no Pavilhão Atlântico (CD+DVD)</p>
<p>Compilações</p>
<p>* 2000 &#8211; O Melhor de Rui Veloso &#8211; 20 anos depois</p>
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		<title>UÍSQUE OU, COMO DIZIAM OS SÁBIOS ESCOCESES, ÁGUA DA VIDA</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tdomf_42c42</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[whisky]]></category>

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		<description><![CDATA[UÍSQUE OU, COMO DIZIAM OS SÁBIOS ESCOCESES, ÁGUA DA VIDA Por: Arnaldo Agria Huss — Puro ou com gelo? Qual a maneira correta de degustar um bom uísque? Poderíamos misturar um pouco de água? Ou, quem sabe, um refrigerante? Muitos acrescentam um guaranazinho para atenuar aquele gosto forte. Isto seria uma tremenda gafe? A insegurança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>UÍSQUE OU, COMO DIZIAM OS SÁBIOS ESCOCESES, ÁGUA DA VIDA</p>
<p><strong>Por: <a href="http://www.artigonal.com/authors/303271" title="Arnaldo Agria Huss's Articles">Arnaldo Agria Huss</a></strong>
<p>— Puro ou com gelo? Qual a maneira correta de degustar um bom uísque? Poderíamos misturar um pouco de água? Ou, quem sabe, um refrigerante? Muitos acrescentam um guaranazinho para atenuar aquele gosto forte. Isto seria uma tremenda gafe? A insegurança toma conta tanto de quem oferece como de quem está prestes a aceitar (ou recusar) uma dose de uísque.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pensando bem, se aqueles incansáveis escoceses trabalharam arduamente durante séculos para conseguir uma bebida tão fina e, depois, a armazenaram durante décadas, apurando seu nobre paladar, sob a aprovação da realeza da Inglaterra, como então pode vir um bebedor qualquer, sem mais nem menos, estragá-la com um doce guaraná? Será que pode?</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; E, afinal de contas, o que você está bebendo é um <strong>scotch malt whisky</strong>, um <strong>blended whisky, </strong>um<strong> grain whisky</strong> ou um uísque nacional transplantado para uma garrafa com rótulo escocês? Ou — pior ainda — aquela completa falsificação que só vamos descobrir no dia seguinte? Sabe-se de alguns casos de falsificadores que chegaram a usar até iodo medicinal para alcançar aquela cor dourada e única do uísque.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aqui no Brasil, na década de 1960, o uísque blended começou a varrer todas as bebidas mais consumidas na época, assim como o rock expulsou todos os boleros e sambas-canções. E hoje, sem dúvida, é o destilado mais preferido pela maioria dos bons bebedores. A única bebida que resistiu a isso foi a cachaça, que se manteve em primeiro lugar. Mesmo assim, algumas marcas mais baratas de uísque nacional já ocupam as prateleiras onde antes havia a soberana cachaça.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As origens do uísque se perdem no tempo e são envolvidas por muitas lendas. Uma delas diz que foi inventado na Irlanda, o que, obviamente, é contestado pelos escoceses. Outra, afirma que Júlio César o provou no ano 55 a.C., ao comemorar sua vitória sobre os celtas, ascendentes dos atuais habitantes das ilhas britânicas. Outra lenda diz que o criador do uísque foi São Patrício, que teria transmitido os segredos do <em>scotch</em> ao seu povo. Fala-se também que os destilados de cevada já eram produzidos pelos egípcios, gregos e outros povos. Mas o primeiro registro oficial de sua existência é de <strong>8 de agosto de 1494</strong>, quando uma cobrança de impostos do Tesouro Público Escocês indicava a taxação de &#8220;oito medidas&#8221; — cerca de 150 quilos — de malte para a produção de <strong>&#8220;aqua vitae&#8221;</strong>, água da vida, o primeiro nome do uísque. Teria, portanto mais de 500 anos de existência. Como é impossível comprovar a veracidade de todas essas histórias (com exceção da última), fico com aquela que afirma ser o <strong>&#8220;uísque escocês somente aquele feito na Escócia&#8221;</strong>, e que jamais se conseguiu reproduzir em outras terras.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do solo da Escócia, o homem colheu a cevada, a água e o carvão de turfa, trabalhou-os, combinou-os e fez o uísque. Para conhecer um pouco mais do que se está bebendo, é importante saber a diferença entre um puro malte, um vatted, um blended e um grain. Puro malte é o mais nobre dos uísques, feito de pura cevada maltada. O vatted, menos nobre, é a mistura de vários maltes. O blended (90% dos uísques no mercado e o mais consumido) é o que incorpora outros grãos além da cevada, à fórmula do malte. O grain é feito quase exclusivamente de milho, sendo considerado o tipo mais <em>rastaquera</em> dos uísques escoceses.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O primeiro passo para se sorver uísque com sabedoria é escolher o copo certo. Para se beber um puro malte ou o vatted, use o mesmo copo de &#8220;cherry&#8221;, uma taça abaulada com pé alto. Não segure no corpo do copo, mas na haste. Para beber um blended há duas possibilidades. O copo curto e largo para comportar gelo feito de água mineral ou, no mínimo, filtrada. Ou o copo alto para levar além de gelo, água mineral ou club soda. Aquele trago &#8220;cowboy&#8221;, ou seja, de uma <em>solavancada</em> só, exige copinhos pequenos, do tipo usado para Steinhaeger. Claro, sem gelo. Mas esse trago &#8220;cowboy&#8221; é mais específico para o bourbon, aquele consumido pelos rudes do Velho Oeste americano e que tem no <strong>Jack Daniels, </strong>no<strong> Jim Beam </strong>e nas duas versões do<strong> Wild Turkey</strong> os seus representantes mais conhecidos. O bourbon deve ter, no mínimo, 51% de milho em vez de cevada maltada.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A maior heresia que se pode cometer à beira de uma garrafa de puro malte é beber seu conteúdo com gelo ou com muita água. Se um escocês estiver por perto, então, tema por sua integridade moral. Vatted ou puro malte devem ser bebidos puros, ou no máximo, com 1 cc de água mineral. Nunca água clorada, que danifica as propriedades do uísque. Os que querem um pouco de &#8220;frio&#8221;, que usem o copo previamente congelado.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O blended admite misturas mais heterodoxas, como, por exemplo, o guaraná. Contudo, o ideal para quem não aprecia uísque puro, é adicionar gelo ou água mineral (no máximo, meio a meio), até porque é recomendado que o blended seja bebido a uma temperatura de 12 a 16 graus Celsius. Club soda é o diluidor clássico e admitido pelos amantes do uísque desde o século passado.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A cor nada tem a ver com a qualidade e nem com a graduação alcoólica. A padronização das cores de cada marca foi feita por causa de exigências de desconfiados importadores. Em muitas destilarias esta cor é conseguida pela adição de caramelo ou de um vinho xerez.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os uísques mais velhos são mais suaves. Os mais jovens, mais robustos. O que não significa que um uísque de 15 anos seja melhor do que um de 8 anos. Nem sempre os envelhecidos conseguem um bom público. O <strong>Royal Ages</strong> foi um desses. Engarrafado depois de 21 anos descansando em barris de carvalho, faleceu logo em seguida. No seu lugar perpetuou-se o <strong>JB</strong> 15 anos.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não é muito difícil fugir dos uísques falsificados que ainda assombram o mercado brasileiro. Basta um pouco de atenção e seguir alguns macetes bem simples para se consumir um legítimo &#8220;scotch whisky&#8221; e ter um dia seguinte feliz.</p>
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<li>Olhar bem o rótulo para ver como ele está fixado, e se a garrafa está limpa. Uma boa destilaria nunca usaria um rótulo torto e teria uma grande preocupação com o visual.</li>
<li>O conteúdo da garrafa para ser uísque escocês deve ser límpido, translúcido e dourado, com um brilho próprio. Nenhum falsificado consegue esse brilho tão peculiar.</li>
<li>Observar bem o fecho e a tampa da garrafa. Se não estiver bem fechada, esqueça.</li>
<li>Se for possível esfregue um pouco na mão. Se o cheiro que permanecer for de álcool puro, é fria. O uísque escocês legítimo vai deixar um aroma peculiar de malte.</li>
<li>E ainda, se der, dê uma provadinha. Quem conhece um mínimo de &#8220;scotch whisky&#8221; vai tirar suas conclusões definitivas.</li>
</ol>
<p>&nbsp;E, para concluir este texto, vou reproduzir uma história interessante contada por Bento de Almeida Prado (que foi um grande bebedor de uísque) e que ele garantia ser verdadeira. Numa de suas viagens pela Escócia viu, numa pequena cidade do norte, um escocês tomando uísque com laranjada. Espantado, depois de tomar algumas doses para se sentir corajoso, perguntou ao homem: <em>&#8220;Ora, eu venho de tão longe para ver como se bebe uísque na Escócia e encontro um grandalhão como você tomando com laranjada?&#8221;. </em>O homem ticou uma fera: <em>&#8220;Eu <strong>nunca</strong> bebo uísque com refrigerante. O que eu estou bebendo <strong>agora </strong>é laranjada, porque estou com sede. Mas como sozinha ela não desce, pus um pouco de uísque&#8221;.</em></p>
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<p><strong>Perfil do Autor</strong></p>
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<p>Se as pessoas conhecem meus textos, isso é o suficiente. Eles dizem tudo o que eu tenho para dizer, mesmo que as situações relatadas não tenham ocorrido diretamente comigo.</p>
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<p class="tracker">(Artigonal SC #2544900)</p>
<p>Fonte do Artigo &#8211; <a href="http://www.artigonal.com/casa-e-familia-artigos/uisque-ou-como-diziam-os-sabios-escoceses-agua-da-vida-2544900.html" title="UÍSQUE OU, COMO DIZIAM OS SÁBIOS ESCOCESES, ÁGUA DA VIDA">http://www.artigonal.com/casa-e-familia-artigos/uisque-ou-como-diziam-os-sabios-escoceses-agua-da-vida-2544900.html</a></p>
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